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Avaliação da atividade de Células Endoteliais Formadoras de Colônia (CEFCs) circulantes em pacientes com Trombose Venosa espontânea e provocada

Processo: 18/15618-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Joyce Maria Annichino-Bizzacchi
Beneficiário:Letícia Queiroz da Silva
Instituição-sede: Centro de Hematologia e Hemoterapia (HEMOCENTRO). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/14172-6 - Investigação de aspectos fisiopatológicos e novas abordagens terapêuticas em doenças tromboembólicas, AP.TEM
Assunto(s):Hematologia   Células endoteliais   Hemostasia   Trombose venosa

Resumo

A Trombose Venosa Profunda (TVP) é definida como um processo patológico resultante da alteração da parede do vaso, do fluxo sanguíneo, e/ou da composição sanguínea, o que leva a formação de um trombo, podendo desencadear outros eventos. Este processo, ainda que bem descrito, permanece indefinido quanto a várias causas etiológicas promotoras da doença. O endotélio vascular ao responder ativamente a estímulos fisiopatológicos, pode-se tornar vulnerável, e com a perda de sua integridade, liberar Células Endoteliais Progenitoras (CEPs) e Formadoras de Colônias (CEFCs) para a circulação. Essas alterações vêm sendo correlacionadas como possíveis marcadores para diversas doenças, bem como para eventos cardiovasculares. Apesar do endotélio também possuir um papel-chave na hemostasia, poucos avaliaram as células endoteliais circulantes na TVP. O uso de anticoagulantes orais durante essa avaliação também é uma crítica aos estudos previamente realizados na área. Sendo assim, o objetivo deste trabalho será avaliar a atividade proliferativa e de interface com a hemostasia das CEFCs em pacientes com TVP espontânea e provocada, comparados a indivíduos saudáveis. Como metodologia, serão (1) identificadas e caracterizadas as CEPs e CEFCs por citometria de fluxo. Após isso, serão realizados (2) testes de atividade proliferativa endotelial com a incubadora IncuCyte®; (3) dosagens de radicais livres e óxido nítrico; (5) avaliação do perfil pró inflamatório, angiogênico e de coagulação dessas células; (6) avaliação da interação intercelular entre as CEFCs e as plaquetas através de um ensaio de co-cultura em 3D por bioprinting e (7) identificação dos componentes liberados, bem como de moléculas de adesão. (AU)

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