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Análise da difusão espacial da epidemia de febre amarela no estado de São Paulo, 2016 a 2018

Processo: 18/20305-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2019
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública
Pesquisador responsável:Francisco Chiaravalloti Neto
Beneficiário:Alec Brian Lacerda
Instituição-sede: Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Epidemiologia   Sistema de informação geográfica (SIG)   Monitoramento epidemiológico   Febre amarela   Análise espaço-temporal   São Paulo

Resumo

A febre amarela (FA) é uma doença viral não contagiosa de curta duração e gravidade instável, sendo de forma leve e em alguns casos grave, no qual apresenta tipicamente icterícias e hemorragias, podendo causar óbito por doença viscerotrópica. A última epidemia, iniciada no final de 2016, registrou 1.904 casos humanos autóctones, com 547 óbitos e 2.116 epizootias no Brasil, principalmente na região sudeste, se prolongando até 2018. O Sistema de Informação Geográfica (SIG) se tornou uma importante ferramenta para o monitoramento e combate a doenças, e junto disto, corrobora na identificação de processos de difusão espacial. Esta pesquisa tem como objetivo avaliar o processo de difusão espacial da FA nos humanos e nos primatas não humanos no estado de São Paulo no período de 2016 a 2018. Pretende-se com esse estudo, identificar o ponto inicial da epidemia de FA e descrever o processo de difusão presente na epidemia estudada. A proposta trata-se de um estudo ecológico, onde sua análise descritiva inicial será realizada para observação do comportamento do vírus da FA, a partir do número de notificações por municípios separados por mês e ano, possibilitando conhecer os municípios onde o vírus foi mais ativo. Serão confeccionados mapas temáticos, a fim de demostrar e identificar como o vírus da FA propagou-se dentro do estado de São Paulo, e diante disso, identificar o ponto inicial de entrada do vírus no Estado, observando os caminhos que o vírus percorreu. Com disso, pretende-se entender o processo espaço-temporal da FA no estado de São Paulo, olhando seu fluxo e identificando sua difusão espacial.