Busca avançada
Ano de início
Entree

Aglomerados globulares do bojo: relíquias da formação e evolução da galáxia

Processo: 18/22044-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de março de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astrofísica Estelar
Pesquisador responsável:Beatriz Leonor Silveira Barbuy
Beneficiário:Stefano Oliveira de Souza
Instituição-sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/18100-4 - Populações estelares na Via Láctea: bojo, halo, disco e regiões de formação de estrelas; instrumentação para espectroscopia de alta resolução, AP.TEM
Assunto(s):Populações estelares   Formação e evolução da galáxia   Aglomerados de galáxias   Fotometria   Espectroscopia

Resumo

O bojo galáctico é a componente da via láctea que causa mais debates na atualidade, pois tem implicacões importantes no tema da formacão da nossa e de outras galáxias. O objetivo deste projeto é o estudo de aglomerados globulares como traçadores da formacão e evolucão do bojo galáctico, com fotometria, e espectroscopia, complementado com estudos dinâmicos. A fotometria de alta qualidade obtidas com o Telescópio Espacial Hubble (HST) e o instrumento GEMS@Gemini seremos capazes de determinar idades com alta precisão. Análises espectroscópicas serão feitas com dados de diferentes resolucões: R~45,000 com UVES@VLT e STELES@SOAR no óptico, R~70,000 com APOGEE@SDSS, média R~22,000 com GIRAFFE@VLT, e baixa R~4,000 com outros instrumentos. Isto se deve a termos perspectivas de obter dados destes diferentes telescópios principalmente, mas estas análises com diferentes resolucões têm a utilidade paralela de se prestarem a projecões de estudos com os futuros telescópios gigantes para objetos mais distantes ou mais fracos. Finalmente, de posse de idades, metalicidades e abundâncias dos elementos, combinados com as distâncias, velocidades radiais e, a partir do satélite Gaia, movimentos próprios, podemos construir suas órbitas usando um potencial galáctico consistente com as observacões. (AU)