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Interações físico-biológicas nas estruturas de mesoescala do ramo norte da bifurcação da Corrente Sul Equatorial

Processo: 19/00009-4
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Iniciação Científica
Vigência (Início): 17 de março de 2019
Vigência (Término): 16 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Física
Pesquisador responsável:Ilson Carlos Almeida da SIlveira
Beneficiário:Caique Dias Luko
Supervisor no Exterior: Amit Tandon
Instituição-sede: Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Massachusetts, Dartmouth (UMass Dartmouth), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:17/21698-7 - Estruturas de mesoescala do ramo norte da bifurcação da Corrente Sul Equatorial, BP.IC

Resumo

A circulação de grande escala no Oceano Atlântico Sul é caracterizada por um grande giro anticiclônico, e a corrente que limita esse giro ao norte é a Corrente Sul Equatorial (CSE). Quando o ramo sul da CSE atinge a margem continental brasileira, essa corrente se bifurca. Os padrões mais conhecidos em relação à Bifurcação da Corrente Equatorial do Sul (BiCSE) são de grande escala. Os padrões de mesoescala são mais conhecidos no ramo sul da BiCSE, que está associado à formação da Corrente do Brasil. Não há estudos sobre a atividade de mesoescala associada ao ramo norte da BiCSE ou sobre as interações físico-biológicas dentro dessas estruturas de mesoescala. Este trabalho tem como objetivo verificar se o sinal de clorofila-a das estruturas de mesoescala associadas ao ramo BiCSE norte que foi encontrado em imagens de satélite é um resultado da advecção de organismos da costa pela Corrente de Fronteira Oeste, da produção local devido à vertical velocidades quase-geostróficas, ou atividade de submesoescala.