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Coerção e cultura planejada: uma investigação sobre alternativas das ciências comportamentais para a regulação da vida em sociedade

Processo: 18/10699-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2018
Vigência (Término): 30 de novembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental
Pesquisador responsável:Maria Helena Leite Hunziker
Beneficiário:Cesar Antonio Alves da Rocha
Instituição-sede: Instituto de Psicologia (IP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Economia comportamental   Análise do comportamento   Cultura   Coerção

Resumo

Iniciativas para a regulação da vida em sociedade têm gerado discussões no campo da filosofia política há séculos. Nesse contexto, diferentes propostas foram inspiradas por diferentes concepções acerca do ser humano. Em anos recentes, uma ideia advinda da área de economia comportamental tem ganhado crescente notoriedade: trata-se do "paternalismo libertário", que propõe uma revisão de modelos paternalistas tradicionais, prescrevendo uma forma de regulação da vida em sociedade que prescindiria de estratégias coercivas. A ideia de regular a organização de indivíduos em sociedade sem o uso de coerção encontra raízes no pensamento de B. F. Skinner e, mais especificamente, em sua proposta denominada "planejamento cultural". Porém não está claro se os conceitos de coerção desposados por cada uma dessas proposições, paternalismo libertário e planejamento cultural, são equivalentes. Ademais, em ambos os casos, tais conceitos revelam-se envoltos em controvérsias, tendo atraído críticas de diferentes procedências. Considerando isso, o presente projeto propõe uma investigação teórica que objetiva elucidar os conceitos de coerção desposados por essas duas propostas comportamentais para a regulação da vida em sociedade. Para a consecução desse objetivo geral, são propostos três objetivos específicos: 1) Um esclarecimento sobre a visão de indivíduo própria de cada abordagem; 2) Um exame de uma amostra de técnicas de controle; 3) Uma análise sobre as justificativas arroladas para o controle deliberado do comportamento.

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