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Proteinograma de suínos portadores de micoplasmose hemotrópica criados em granjas do Estado de São Paulo

Processo: 18/23914-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2019
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Áureo Evangelista Santana
Beneficiário:Marcelo Souza Silva Filho
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Eletroforese

Resumo

A patogenicidade do Mycoplasma suis, agente causal da micoplasmose hemotráfica, é complexa e envolve um repertório de mecanismos, os quais induzem a sinais clínicos e ao estabelecimento de infecções persistentes, sendo a anemia o mais proeminente sinal clínico. Esta doença pode apresentar três fases clínicas: aguda, crônica e assintomática, sendo que, a frase crônica mais predominante nos rebanhos suínos, uma vez que, o uso irrestrito de antibioterapia causa redução dos sintomas, porém não a eliminação da bactéria dos rebanhos. A prevalência em rebanhos brasileiros ainda é pouco estabelecida, bem como, a compreensão da doença, seus impactos patológicos e econômicos nas esferas produtivas e sanitárias. O presente estudo associado ao Projeto de Doutorado FAPESP processo nº. 2016/14838-4, "Variáveis epidemiológicas e hematológicas da hemoplasmose (M. suis) em suínos criados no Estado de São Paulo", tem o objetivo de determinar o comportamento proteico de suínos portadores de Mycoplasma suis oriundos de sistemas de criação intensivos de suínos no Estado de São Paulo por meio da técnica de eletroforetrograma em gel de poliacrilamida. Os suínos serão alocados a partir de 21 granjas de sistema intensivo de criação, do Estado de São Paulo, que voluntariamente aderiram ao projeto de doutorado retromencionado. O tamanho amostral foi determinado com base na estimação da prevalência proposta por Thrusfield (2003), Cannon e Roe, 1982, Martin et al, 1992 e Noordhuizeen et al (1997). O eletroforetograma de proteínas séricas será realizado em gel de poliacrilamida (SDS-PAGE) obedecendo à técnica descrita por LAEMMLI (1970) modificada. Os procedimentos estatísticos do experimento serão conduzidos a partir do software R (R Core Team, 2016), com delineamento estatístico composto por um grupo de animais positivos para M. suis nos ensaios moleculares (qPCR) e comparados com proteinograma de suínos negativos para M. suis por qPCR. As frações proteícas por serem contínuas serão submetidas ao teste de normalidade (Shapiro-Wilk) e, se houver uma distribuição normal dos resultados dos grupos, suas médias serão comparadas por meio do teste estatístico do t de Student, considerando grau de significância de P <0,05. Por conseguinte, neste trabalho, espera-se determinar o comportamento do proteinograma sérico de suínos portadores de micoplasmose hemotrófica.