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Uso da N-acetilcisteína na remediação de solo contaminado com nanopartículas de prata: abordagem toxicocinética e toxicodinâmica em Enchytraeus crypticus

Processo: 18/24658-9
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 30 de março de 2019
Vigência (Término): 29 de junho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia
Pesquisador responsável:Marcelo Bispo de Jesus
Beneficiário:Monique Culturato Padilha Mendonça
Supervisor no Exterior: Cornelis Adrianus Maria Van Gestel
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa : University Amsterdam (VU), Holanda  
Vinculado à bolsa:16/03765-6 - Determinação in vitro e in vivo do perfil toxicológico de formulações utilizando nanotecnologia, BP.PD
Assunto(s):Materiais nanoestruturados

Resumo

A ampla produção e uso de nanopartículas de prata (AgNPs) em produtos de consumo diário e médicos têm gerado preocupações sobre seus potenciais riscos ambientais e para saúde humana. Uma vez no ambiente, o solo é o principal receptor de AgNPs e os invertebrados estão diretamente expostos a este composto. Atualmente, não há remediação capaz de prevenir ou reduzir os potenciais efeitos negativos nos organismos expostos ao solo contaminado por prata. Em estudos prévios, demonstramos que compostos contendo o grupamento tiol (por exemplo, N-acetilcisteína (NAC) e glutationa reduzida (GSH)) podem reverter os efeitos tóxicos das AgNPs no invertebrado do solo Enchytraeus crypticus e no vertebrado Rattus norvegicus (ratos Wistar). No entanto, o mecanismo de ação ainda é uma questão em aberto. Com o intuito de avançar no entendimento de como esses compostos agem na recuperação de animais expostos ao solo contaminado por AgNPs, estamos solicitando três meses de estágio no laboratório do Prof. Cornelis A. M. van Gestel. O Prof. van Gestel possui uma vasta experiência em espécies de solo padrão e modelos toxicocinéticos-toxicodinâmicos. Vale ressaltar que o objetivo de longo prazo deste projeto é implementar o uso de E. crypticus em estudos nanoecotoxicológicos, bem como um organismo alternativo a ser aplicado em testes de triagem toxicológica de novas drogas/nanopartículas em nosso laboratório brasileiro, possibilitando assim a continuidade desta pesquisa no Departamento de Bioquímica e Biologia Tecidual da UNICAMP.