| Processo: | 18/12252-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Juliana de Freitas Astúa |
| Beneficiário: | Aline Daniele Tassi |
| Instituição Sede: | Instituto Biológico (IB). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 14/08458-9 - Vírus de plantas transmitidos por Brevipalpus (Acari: Tenuipalpidae) - VTB: levantamento, identificação, caracterização molecular, filogenia; relações vírus/vetor/hospedeira; biologia, taxonomia e manejo do vetor, AP.TEM |
| Assunto(s): | Dichorhavirus Fitopatologia Brevipalpus Interação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Brevipalpus | Cilevirus | CiLV-C | ClCSV | Dichorhavirus | Interação | Fitopatologia |
Resumo Conhecimentos sobre vírus transmitidos por ácaros tenuipalpídeos do gênero Brevipalpus (VTB) tiveram avanços significativos nos últimos anos. Os VTB têm merecido atenção por possuírem importância econômica e constituírem patossistemas peculiares, permanecendo localizados nas lesões que induzem em seus hospedeiros, sem que as infecções se tornem sistêmicas. A taxonomia dos ácaros Brevipalpus sofreu mudanças recentes. Até 2015, apenas três espécies eram tidas como vetoras de fitovírus, mas atualmente B. obovatus, B. californicus, B. yothersi, B. papayensis, B. phoenicis sensu stricto e uma possível nova espécie Brevipalpus aff. yothersi são vetores confirmados de pelo menos um VTB. A possibilidade de outras espécies também transmitirem vírus não pode ser eliminada, e a maioria das plantas é infestada por uma mescla de espécies de Brevipalpus. Tal situação torna complexa a determinação das espécies envolvidas na transmissão de VTBs e as relações vírus vetor precisam ser melhor estudadas. O vírus da leprose dos citros (citrus leprosis virus C, CiLV-C), um cilevirus, é o mais importante do grupo economicamente, sendo amplamente distribuído na América Latina e geneticamente subdividido em duas estirpes: SJP e CRD. Apesar de os parâmetros de transmissão do CiLV-C serem conhecidos, não se sabe se essas estirpes apresentam diferenças de transmissão e também há controvérsias sobre a replicação desses vírus no seu vetor. O presente projeto visa contribuir na determinação de possíveis diferenças na eficiência de transmissão viral entre as diferentes estirpes de CiLV-C, estudar os principais parâmetros de transmissão do dichorhavirus clerodendrum chlorotic spot virus (ClCSV), e avaliar por diferentes técnicas se CiLV-C replica em B. yothersi, comparando os resultados com aqueles obtidos para ClCSV, que apresenta evidências citopatológicas de replicação no mesmo vetor. (AU) | |
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