| Processo: | 17/27079-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos |
| Pesquisador responsável: | Gilmar Patrocínio Thim |
| Beneficiário: | Renata Guimarães Ribas |
| Instituição Sede: | Divisão de Engenharia Mecânica (IEM). Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). São José dos Campos , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 20/02379-0 - Potencial de diferenciação celular de células-tronco mesenquimais em scaffolds de cimento de wollastonita em um sistema de biorreatores de perfusão biomecânica, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Cerâmicas Cimento Silicatos Nanotubos de carbono Materiais biomédicos Materiais dentários Propriedades mecânicas Resistência à fratura Processo sol-gel Teste de biocompatibilidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cerâmica | compósito | Nanotubo de carbono | sol-gel | Wollastonita | Cerâmica, cimentos, sol-gel, biomateriais |
Resumo Nas últimas décadas, a expectativa de vida da população vem crescendo e com isso alguns males relacionados a idade como Osteoporose a Osteoartrite. Em cirurgias ortopédicas, por exemplo, pode existir a necessidade de reencher defeitos com materiais compatíveis com o sistema ósseo do paciente. Desta forma, surge a necessidade de se desenvolver materiais para reparar e interagir com sistemas biológicos, conhecidos também com biomateriais. As biocerâmicas à base de silicato de cálcio, como a wollastonita (CaSiO3), têm um grande otencial devido a sua semelhança com a estrutura óssea do corpo humano, baixa toxicidade, bioatvidade, biocompatibilidade, dentre outros. A principal característica, no entanto, é a formação de uma camada de hidroxiapatita na sua superfície. Desta forma, a utilização de wollastonita para se fabricar cimentos para a utilização odontológica e ortopédica é bastante viável e tem grande potencial, pois apresenta biocompatibilidade semelhante à dos biovidros e superior aos cimentos a base de fosfato. Diversos métodos podem ser utilizados para se produzir a wollastonita, como a precipitação e a reação no estado sólido. O método sol-gel apresenta uma vantagem em relação as demais por produzir silicatos com alta homogeneidade. Característica essa, indispensável para aplicações biológicas. Contudo, a baixa resistência mecânica à fratura, muitas vezes é um limitante para o uso da wollastonita em diferentes aplicações. Uma abordagem interessante é reforçar o cimento com nanotubos de carbono. Assim, além da biocompatibilidade, esse cimento apresentaria resistência mecânica equiparável aos cimentos a base de fosfatos. Estudos anteriores feitas em matrizes poliméricas e em certas biocerâmicas já comprovaram a eficiência dos nanotubos em aumentar as propriedades mecânicas finais desses materiais. Apesar de estudos recentes mostrarem esse potencial, poucos trabalhos abordam a wollastonita reforçada com nanotubos, e menos ainda tem um abrangente estudo quanto a caracteriiação das propriedades mecânicas desses cimentos reforçados. Desta forma, esse trabalho apresentaria um estudo inédito para a formação de um cimento a base de wollastonita que teria uma boa biocompatibilidade ao mesmo tempo que apresentaria propriedades mecânicas adequadas. O objetivo principal desse trabalho é, portanto, incorporar o nanotubos de carbono funcionalizado em um cimento a base de wollastonita, com o intuito de modificar as propriedades mecânicas finais deste cimento, sem perder a biocompatibilidade. Além disso, pretende-se fazer um estudo mais extensivo quanto a caracterização das propriedades mecânicas desses cimentos reforçados com nanotubos de carbono. Assim, uma wollastonita com melhores propriedades mecânicas pode ser aplicada em procedimentos odontológicos e ortopédicos de forma mais abrangente, diminuindo o risco à fratura. Além disso, o estudo da wollastonita (CaSiO3) pode ajudar a compreender melhor os mecanismos cinéticos e químicos de outros silicatos de cálcio. (AU) | |
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