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Formação de professores para a educação inclusiva: desenvolvimento de atividades de ensino de fisiologia vegetal para alunos deficientes visuais

Processo: 18/21169-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2019
Vigência (Término): 31 de outubro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Educação - Tópicos Específicos de Educação
Pesquisador responsável:Estéfano Vizconde Veraszto
Beneficiário:Nathália Elisa Ferreira Vicente
Instituição-sede: Centro de Ciências Agrárias (CCA). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Araras , SP, Brasil
Assunto(s):Educação inclusiva   Educação especial   Ensino de biologia   Ensino e aprendizagem   Pessoas com deficiência visual   Alunos   Formação de professores

Resumo

Considerando uma perspectiva de Educação Inclusiva para alunos com deficiência visual, é necessário que haja atividades de ensino específicas, que auxiliem esses alunos em seu pleno desenvolvimento escolar, explorando outros sentidos e em último caso, ampliando imagens e objetos que diminuam o esforço visual para alunos com baixa visão. Mas, tratando-se de inclusão, o material deve servir também para alunos videntes. Muitas vezes isso não ocorre no contexto escolar, onde o ensino de ciências, de maneira geral, tem se pautado em princípios visuais, perpetuando práticas excludentes. Como este contexto educacional inclusivo está passando por transformações, desafios estão sendo encontrados, entre eles destaca-se a formação de professores. Partindo desses princípios, o objetivo deste trabalho é o de desenvolver atividades de ensino de fisiologia vegetal, para alunos deficientes visuais, como estratégia na formação de professores, considerando desde o aporte teórico legal até a prática docente, visando a inclusão. Para tanto, o projeto planeja realização de curso de formação docente (inicial e continuada) buscando parceria para produção de material e conteúdo didático para o ensino de Fisiologia Vegetal. A análise desse material será amparada em pressupostos qualitativos, e o material desenvolvido adotará critérios da teoria da multisensorialidade aplicada ao ensino de ciências para alunos com deficiência visual. Com isso, espera-se que, tanto professores atuantes no ensino regular, como aqueles que estão em processo de formação, superem concepções pré-estabelecidas de que a deficiência é um fator limitante e impeditivo no processo de ensino-aprendizagem.