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Condição endodôntica e prevalência de periodontite apical em pacientes com doença sistêmica crônica: estudo transversal

Processo: 18/20887-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2019
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Endodontia
Pesquisador responsável:Rogerio de Castilho Jacinto
Beneficiário:Juliana Ernica Bernardo
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Periodontite periapical   Lesões periapicais   Prevalência   Doença crônica   Radiografia panorâmica   Radiografia periapical   Estudos transversais

Resumo

Doenças sistêmicas crônicas podem afetar algumas funções do sistema imune e estão associadas com falhas do processo de cicatrização tecidual e comprometimento de respostas imunológicas, além de exercer um potencial modificador na cavidade oral. As lesões endodônticas são visualizadas radiograficamente como áreas radiolúcidas e constituem a primeira sequela relativa à contaminação do sistema de canais radiculares. Para a resolução dessas lesões é indicado o tratamento endodôntico, porém para que se possa observar o sucesso devemos acompanhar o paciente clínica e radiograficamente. Portanto, o objetivo do trabalho é analisar radiograficamente e clinicamente a prevalência de periodontite apical e tratamento endodôntico em pacientes com doenças sistêmicas crônicas. Para a pesquisa serão selecionados 100 pacientes maiores de 18 anos de idade, sendo 50 pacientes atendidos no Projeto de Extensão "Tratamento Periodontal de Pacientes Portadores de Doenças Sistêmicas Crônicas" e 50 pacientes saudáveis atendidos na Disciplina de Endodontia, ambos na Faculdade de Odontologia de Araçatuba - Unesp. Os pacientes serão informados sobre a pesquisa e deverão assinar um termo de consentimento. Radiograficamente, serão analisadas as radiografias panorâmicas e periapicais digitais de todos os pacientes. Cada radiografia será analisada por duas pessoas calibradas. Clinicamente, serão realizados exames de diagnóstico, como teste de sensibilidade pulpar, palpação e percussão para confirmar a presença de periodontite apical. Os dados serão tabulados e analisados estatisticamente para avaliar a diferença entre os pacientes com envolvimento sistêmico e saudáveis.