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Emissão de óxido nitroso em sistemas intensificados de produção a pasto com adubação nitrogenada

Processo: 18/24652-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2019
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Zootecnia - Pastagens e Forragicultura
Pesquisador responsável:Ricardo Andrade Reis
Beneficiário:Lais Mayumi Gomes
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/16631-5 - Estratégias de manejo para redução de impactos ambientais em sistemas de produção de bovinos de corte, AP.PFPMCG.TEM
Assunto(s):Gases do efeito estufa   Pastagem cultivada   Fertilizantes nitrogenados   Óxido nitroso   Capim marandu   Bovinos de corte   Delineamento experimental   Cromatografia a gás

Resumo

O oxido nitroso é um gás do efeito estufa proveniente da atividade agropecuária, o qual ainda não tem dados nacionais de sua emissão, quantificando a os valores de fezes e urina (separadamente) interagindo com a adubação nitrogenada, que podem divergir dos fatores de emissão do IPCC para excretas (EF3) e fertilizantes (EF1). O processo de formação de N2O se deve pela ação microbiana, de nitrificação e desnitrificação, sendo depende das condições do solo. Por isso a importância da pesquisa com óxido nitroso em solos tropicais do Brasil. Como o país possui uma grande porcentagem de sua economia ligada ao setor agropecuário, é necessário entender e estudar a dinâmica existente entre o pasto, animal e o solo para projetar sistemas menos poluentes do ambiente, sem perder a produtividade da área. Para medir o de fluxos de emissão de óxido nitroso será utilizado o delineamento em blocos completos casualizados, com cinco blocos e oito tratamentos (75 kg de nitrogênio (N) ha-1 ano-1; fezes e zero de N; urina e zero de N; fezes + 75 kg de N; fezes + 150 kg de N; urina + 75 kg N; urina + 150 kg de N; zero de urina, fezes e N), cada unidade experimental será uma câmara. Para estimar a emissão de N2O serão coletadas, nas câmaras estáticas, entre as nove e dez horas da manhã amostras de gás que serão analisadas por cromatografia gasosa. Com isso teremos o correto cálculo dos fatores de emissão adaptadas as condições brasileiras, visando o conhecimento da interação entre esses fatores, além do refinamento dos fatores de emissão de N2O (EF1, EF3PRP), para urina, fezes e interação com fertilizante.