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Terapia transcraniana com luz de alta intensidade para a enxaqueca

Processo: 18/20230-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2019
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Nivaldo Antonio Parizotto
Beneficiário:Geovana Andressa Viudes
Instituição-sede: Universidade de Araraquara (UNIARA). Associação São Bento de Ensino. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Fototerapia   Terapia a laser de alta intensidade   LED   Estimulação magnética transcraniana   Cefaleia   Enxaqueca sem aura

Resumo

A terapia transcraniana com luz de alta intensidade (mais especificamente com LED) vem ganhando força como uma técnica não invasiva e segura para indução de efeitos anti-inflamatórios, analgésicos antioxidativos e, inclusive, parece aumentar a sinaptogênese e neurogênese podendo ser a chave para a cura de doenças degenerativas. Visto que a enxaqueca, com ou sem aura, afeta cerca de 10% da população mundial e é caracterizada por episódios cefalálgicos recorrentes, estuda-se a aplicação de LED transcraniano como uma abordagem terapêutica efetiva para este transtorno da cefaleia. O objetivo primário da pesquisa é analisar o efeito do LED sobre o diário da dor dos pacientes quanto à frequência, duração e intensidade dos ataques cefalálgicos. A aplicação do LED será feita a 1cm, posteriormente, dos pontos C3, CZ e C4, segundo o Sistema Internacional de Posicionamento 10/20, visando atingir o giro pós-central, sendo que a terapia durará 1 minuto em cada ponto totalizando 3 minutos de tratamento em cada sessão. Trata-se de um estudo piloto, duplo-cego, randomizado e cruzado no qual 12 pacientes voluntários com idade entre 18 e 65 anos, separados em grupos A e B contendo 6 indivíduos cada, participarão de 2 sessões por semana durante 2 meses (entre os meses de janeiro e julho de 2019), totalizando 16 sessões de fototerapia, visto que entre os meses de fevereiro e agosto estão inclusos os períodos de washout (nos quais a fototerapia não será aplicada). Além disso os voluntários comparecerão para avaliações clínicas no início e fim da pesquisa, sendo que todas etapas acontecerão na Clínica de Fisioterapia da UNIARA durante os anos de 2018/2019.