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Investigação do papel de Alquiladenina DNA glicosilase (AAG) no reparo de bases alquiladas no DNA mitocondrial de camundongos

Processo: 18/23744-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Mutagênese
Pesquisador responsável:Nadja Cristhina de Souza Pinto
Beneficiário:Rebeca Bueno Alves
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/04372-0 - DNA mitocondrial: mecanismos de manutenção de sua estabilidade e impacto em doenças, AP.TEM
Assunto(s):Reparo do DNA   Mitocôndrias   DNA mitocondrial

Resumo

Os organismos vivos estão em constante exposição a agentes que podem danificar seu DNA, por isso, desenvolveram mecanismos de reparo de DNA para poder manter a integridade de seu genoma. Assim como o DNA nuclear, o DNA mitocondrial também está sujeito a danos, podendo até acumular mais lesões que o nuclear devido a sua localização próxima a cadeia de transporte de elétrons, geradora de espécies reativas de oxigênio. Nessas organelas, a principal via de reparo é o reparo por excisão de base (BER, do inglês base excision repair) que repara quebras de simples fita e bases modificadas como bases oxidadas e alquiladas, o início dessa via é dado pelo reconhecimento das bases modificadas por uma DNA glicosilase. Bases alquiladas, como por exemplo a 3-metiladenina, uma lesão tóxica para a célula, são reconhecidas e reparadas pela alquiladenina DNA glicosilase (AAG). Atualmente, sabe-se que AAG se localiza na mitocôndria e no núcleo humanos, porém, sua localização na mitocôndria frente a exposição a agentes alquilantes ainda não foi detectada em camundongos. Uma vez que as vias de reparo de DNA são alvos de estudo de doenças humanas e ensaios terapêuticos, e que a atividade de AAG pode modular a eficiência de vários quimioterápicos em uso, faz-se necessário o estudo do reparo de DNA por AAG em mitocôndrias murinas e verificar a diferença deste reparo em relação às mitocôndrias humanas. Sendo assim, o presente trabalho busca investigar o papel de AAG no reparo de DNA de mitocôndrias de células de camundongos (C2C12) e de células humanas (HeLa), para comparação, tratadas com o agente alquilante metilmetanosulfonato (MMS), expressando níveis normais ou reduzidos de AAG, bem como a avaliação da sobrevivência celular e da bioenergética mitocondrial nas presentes situações.