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Manejo da adubação nitrogenada no algodoeiro cultivado em sistemas de rotações de culturas

Processo: 18/23770-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Fábio Rafael Echer
Beneficiário:Carlos Felipe dos Santos Cordeiro
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias. Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Solos arenosos   Microbiologia do solo   Matéria orgânica do solo   Nitrogênio

Resumo

O Sistema de Semeadura Direta é uma das técnicas fundamentais para sistemas de produção sustentáveis, porém tem alguns problemas como imobilização no nitrogênio do solo, que muitas vezes reduz a produtividade das culturas. O objetivo do trabalho é avaliar a dinâmica do nitrogênio (solo/planta) e a produtividade do algodoeiro em sistemas de produção com rotações de culturas distintas, doses e fontes de N mineral. O experimento está sendo conduzido na Fazenda Experimental da Faculdade de Ciências Agrárias da Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE, em Presidente Bernardes-SP. O solo da área é de textura arenosa. Serão conduzidos dois experimentos nas safras 2018/2019 e 2019/2020. O delineamento experimental utilizado será em blocos ao acaso com cinco repetições, em esquema de parcelas sub-subdivididas. As parcelas serão compostas pelos sistemas de cultivo: forrageira, consórcio 1, consórcio 2, Mix e pousio; subparcela: doses de N: 70, 100 e 130 kg ha-1; sub-subparcela: fontes de N: ureia comum e ureia protegida. As plantas de cobertura serão semeadas em abril com dessecação em outubro. A semeadura do algodão em será novembro, cultivar FM 983GLT. A fertilização nitrogenada será realizada aos 25 e 45 DAE, manualmente. Em pré-semeadura do algodão serão avaliados, volume e relação C/N da palha e raízes das plantas de cobertura, microbiologia do solo (atividade da enzima, respiração do solo, nitrogênio da biomassa microbiana e carbono da biomassa microbiana), nitrogênio no solo (N-total, N-NH4+, N-NO3-) e fracionamento da matéria orgânica do solo. Aos 25 DAE será coletado raízes e parte aérea para avaliação de carregadores de nitrogênio na planta. Aos 60 DAE serão coletados folha e planta de algodão para avaliação de teor de nitrogênio no tecido vegetal e acúmulo de matéria seca. O IAF será avaliado aos 25, 50, 75, 100 e 125 DAE. Aos 70 DAE será coletado solo para avaliação da microbiologia do solo, proteína do solo e nitrogênio no solo. Por ocasião da maturidade fisiológica do algodão serão avaliados os componentes de produção (plantas m-2, número de capulhos e peso médio de capulhos), produtividade do algodoeiro, mapeamento da produtividade e parâmetros da qualidade de fibra (resistência de fibra, comprimento de fibra, maturidade e micronaire). Após a colheita do algodão da safra 2018/2019 e 2019/2020 será coletado solo nas profundidades de 0-10, 10-20 20-40, 40-60 cm para avaliação da lixiviação do nitrogênio inorgânico do solo (nitrato e amônio). O estudo estatístico será realizado pela análise de variância e as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível mínimo de 5% de probabilidade, utilizando-se software estatístico Sisvar.

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