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Monitorização da pressão intracraniana não invasiva (PICNI) em pacientes com migrânea crônica

Processo: 18/22999-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Anamaria Siriani de Oliveira
Beneficiário:Denise Martineli Rossi
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/18031-5 - Estudo da associação de aspectos clínicos, funcionais e de neuroimagem em mulheres com migrânea, AP.TEM
Assunto(s):Cefaleia   Líquido céfalorraquidiano   Dor crônica   Pressão intracraniana   Dor   Enxaqueca sem aura

Resumo

Pesquisas recentes sugerem uma possível relação da desregulação da pressão do liquido cefalorraquidiano e da pressão intracraniana no sistema nervoso central com sintomas como a alodinia, hiperalgesia e a dor generalizada em condições de dor crônica. O papel do aumento da pressão intracraniana também tem sido investigado em pacientes com migrânea crônica a qual a fisiopatologia compreende uma complexa disfunção neurovascular. Anormalidades das ondas de pressão do liquido cefalorraquidiano foram demonstradas em pacientes com migrânea crônica durante monitoramento invasivo. No entanto, essa questão é ainda muito pouco investigada considerando os riscos dos métodos invasivos da monitorização intracraniana. Nesse contexto, um método válido para a monitorização da pressão intracraniana não invasiva (PICNI) foi recentemente patenteado por pesquisadores brasileiros. Análises morfológicas da PICNI demonstraram-se válidas para revelar alterações da hidrodinâmica do liquido cefalorraquidiano e da pressão intracraniana em pacientes com algumas condições de saúde como a hidrocefalia e a meningite criptocócica, mas não foi ainda pesquisada em pacientes com dor crônica. Diante disso, pretendemos investigar possíveis alterações na morfologia da onda da PICNI em 30 pacientes com migrânea crônica comparados a 30 indivíduos assintomáticos. A monitorização da PICNI será realizada por meio de um sensor extracraniano de deformação posicionado na região frontotemporal, contínua e simultaneamente à aferição da pressão arterial e da frequência cardíaca, na posição de decúbito dorsal.