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Desenvolvimento reprodutivo em maracujazeiro: uma abordagem transcriptômica para a transição de fases

Processo: 18/24827-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Marcelo Carnier Dornelas
Beneficiário:Scott Carrara
Instituição Sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Produção agrícola   Maracujá   Passiflora   Desenvolvimento vegetal   Transcriptômica   Brasil
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:desenvolvimento vegetal | Maracujá | Transcriptômica | Desenvolvimento Vegetal

Resumo

O Brasil é o principal produtor mundial de maracujá, com uma produção de quase 1 milhão de toneladas, obtidas em cerca de 50 mil hectares. O maracujá azedo ou maracujá amarelo (Passiflora edulis var. flavicarpa) pertence ao gênero Passiflora, que é constituído por cerca de 600 espécies, distribuídas principalmente no continente americano, sendo em sua maioria originárias da América do Sul. Apesar de sua importância, há uma grande carência de conhecimento sobre seu desenvolvimento e sua biologia reprodutiva. O gênero Passiflora é um excelente modelo para estudos de transição de fase, pois há diferenças morfológicas evidentes entre as plantas nas fases juvenil, madura vegetativa e madura reprodutiva. Na quase totalidade das espécies do gênero Passiflora, as plantas na fase juvenil produzem folhas com morfologia diferente da fase madura e não produzem gavinhas. Já as plantas na fase madura vegetativa, produzem gavinhas nas axilas das folhas e na fase madura reprodutiva produzem, a partir dos meristemas axilares, gavinhas e flores. A ontogênese e a disposição destas estruturas levaram autores a considerar a gavinha em Passiflora como parte do eixo primário de uma inflorescência reduzida, mas os mecanismos moleculares que definem estas estruturas de origem comum, mas com identidades totalmente diversas, não estão definidos. Já na planta modelo Arabidopsis thaliana, os mecanismos moleculares relacionados à transição de fases são controlados por uma hierarquia de interações gênicas que envolvem diversos moduladores do desenvolvimento, incluindo fatores de transcrição, biossíntese e percepção de hormônios. A hipótese deste trabalho é de que mecanismos moleculares conservados, envolvidos na modulação da atividade meristemática, ou na indução de atividade meristemática de novo, podem ter um papel importante na transição de fases. Com o uso de ferramentas apropriadas ao estudo do desenvolvimento, como técnicas de análise transcriptômica e de expressão gênica, objetivamos aumentar o conhecimento sobre a transição das fases juvenil-reprodutiva em maracujazeiro, o que poderá trazer contribuições preciosas para futuros estudos de incremento de produção de frutos. (AU)

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)

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