Busca avançada
Ano de início
Entree

A potência das representações: a trama verde e azul e a região metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte em São Paulo

Processo: 18/25525-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Planejamento Urbano e Regional - Métodos e Técnicas do Planejamento Urbano e Regional
Pesquisador responsável:Antonio Miguel Vieira Monteiro
Beneficiário:Tathiane Mayumi Anazawa
Instituição-sede: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Brasil). São José dos Campos , SP, Brasil
Assunto(s):Planejamento territorial   Sensoriamento remoto   Análise espacial

Resumo

O Estatuto da Metrópole fortaleceu a necessidade de um olhar territorial para o planejamento. Este projeto apresenta as possibilidades da Trama Verde e Azul (TVA) no contexto do planejamento metropolitano no Brasil. A Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte (RM Vale) foi a área de estudo escolhida. São 39 municípios imersos em uma matriz de Mata Atlântica, com diversidade em suas fisionomias vegetais, associados a uma diversidade de processos histórico-geográficos de ocupação, e envolvidos, de alguma forma, pela grande Bacia do Paraíba do Sul. Esta nova escala de planejamento demanda novas formas de governança e, com ela, novas formas de representação. Este projeto propõe metodologias quali-quantitativas, com uso de sensoriamento remoto, análise espacial e demográfica para estabelecer representações da TVA Metropolitana na forma de Cartografias de Potência que criem regimes de visibilidade para alternativas ao atual planejamento, excludente e com forte seletividade espacial. A primeira etapa do projeto consiste na construção de uma matriz conceitual que defina os elementos de representação para as Cartografias de Potência relacionadas a RM Vale. A segunda etapa projeta e implementa um banco de dados geográficos, o BDG-Vale, integrando elementos da paisagem física, da paisagem social e dos movimentos e fluxos historicamente construídos na região. O BDG-Vale permite identificar e caracterizar Unidades da Paisagem Metropolitana - UPM como lugares de potência. A terceira etapa estabelece o espaço metropolitano a partir (i) da sua dimensão socioterritorial; (ii) da dimensão institucional e, (iii) da dimensão relacionada aos movimentos e fluxos. Estas dimensões apoiam a construção de cartografias que observam e revelam conexões e relações e possibilitam narrativas alternativas para os territórios em disputa

Mapa da distribuição dos acessos desta página
Para ver o sumário de acessos desta página, clique aqui.