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Embates e resistências no ultramar português: missão civilizadora e trabalho forçado em Angola (1878-1914)

Processo: 18/25571-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2019
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História Moderna e Contemporânea
Pesquisador responsável:Paulo Cesar Goncalves
Beneficiário:Leonardo de Oliveira Paes
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil
Assunto(s):Colonização   Trabalho forçado   Império Português   África   Angola

Resumo

As estratégias de colonização e exploração de Portugal em África em finais de Oitocentos e início de Novecentos estiveram circunscritas dentro da retórica humanitária e ética da Missão Civilizadora, da qual disseminava e justificava, na época, a superioridade do branco europeu em relação ao negro africano, sendo dever dos colonos a elevação dos nativos à civilização, tendo como principal instrumento, a educação pelo trabalho. Assim, a produção legislativa elaborada por Portugal na segunda metade do século XIX e início do XX, carregada pela retórica civilizacional e fortemente racializada, legitimou diversas formas de trabalho forçado nos territórios coloniais, gerando resistências africanas, manifestos em Luanda e Benguela e denúncias internacionais a respeito deste controle de mão de obra. A pesquisa visa analisar os embates e as resistências dentro do sistema colonial português, além de possibilitar o entendimento das consequências de tais ações dentro do campo legislativo, compreendendo, assim, até que ponto essas pressões fizeram surgir abalos no domínio português referente à exploração do trabalho indígena em Angola. (AU)

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