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Governança da Amazônia que viabilizem transformações para a sustentabilidade - agents

Processo: 18/25655-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Sociologia - Outras Sociologias Específicas
Convênio/Acordo: Belmont Forum
Pesquisador responsável:Celia Regina Tomiko Futemma
Beneficiário:Daiana Carolina Monteiro Tourne
Instituição-sede: Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais (NEPAM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/50041-9 - Governança da Amazônia para viabilizar transformações para a sustentabilidade, AP.R
Assunto(s):Bacia amazônica   Conservação da biodiversidade

Resumo

A região da Bacia Amazônica é uma região chave para o globo terrestre (global keystone): a região abarca um leque amplo de serviços ambientais, diversidade sociocultural e atividades econômicas nos âmbitos local, continental e global. Governar essas múltiplas dimensões em meio às pressões socioambientais e mudanças climáticas, que por sua vez é uma das pressões mais desafiadoras para a sustentabilidade. Enquanto as soluções governamentais são vistas frequentemente como a rota para a sustentabilidade, muitos dos manejos florestais sustentáveis na Amazônia advêm de iniciativas individuais ou coletivas. Esta proposta pretende contribuir com abordagens e ferramentas analíticas que visam catalisar o reconhecimento das contribuições já existentes - voltadas para a proteção e governança da biodiversidade e das paisagens - e, agregá-las, pois, em geral, encontram-se dispersas em "pedaços de soluções". A proposta organiza-se em três frentes ou pacotes de trabalho (Working Package - WP), o projeto inclui o engajamento de stakeholders, a análise multi-temporal das mudanças na terra nas múltiplas unidades de análise, a modelagem de projeção das ações de conservação locais, o modelo prognóstico de cenários do potencial de conectividade das paisagens, o desenvolvimento de cenários participativos que representem as diferentes visões dos stakeholders locais. O projeto desenvolverá metodologias inovadoras e transversais que avaliem, mapeiem e quantifiquem o papel dos atores não-governamentais, as ações individuais e coletivas para a conservação e o uso desses resultados para engajar e informar os tomadores de decisão local e regional. O projeto visa responder à decisão da Convenção da Diversidade Biológica COP 13 que exige que países membros considerem as contribuições dos atores não-governamentais voltadas para a proteção da biodiversidade. As lições da Bacia Amazônica, portanto, poderão ser relevantes para várias regiões do Globo Sul uma vez que eles compartilham contextos similares local, nacional e global.

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