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O desenvolvimento das funções executivas quentes e frias durante o início da adolescência e suas relações com as mudanças no cronotipo: uma comparação entre culturas (Brasil e Iran)

Processo: 19/02155-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de março de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Fisiológica
Convênio/Acordo: Cognitive Science and Technology Council of Iran
Pesquisador responsável:Sabine Pompéia
Beneficiário:Isis Angelica Segura
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/02816-9 - O desenvolvimento das funções executivas quentes e frias durante o início da adolescência e suas relações com as mudanças no cronotipo: uma comparação entre culturas (Brasil e Iran), AP.R
Assunto(s):Fatores socioeconômicos   Adolescência   Adolescentes   Cultura brasileira   Função executiva   Desenvolvimento cognitivo   Estudo comparativo

Resumo

Funções executivas, um conjunto de processos cognitivos envolvidos na autorregulação do comportamento, maturam na adolescência, período marcado por outras mudanças fisiológicas que também afetam a cognição, como os padrões de sono. Ter desempenho executivo deficitário nesta fase de vida se traduz em vulnerabilidade e impacta o futuro dos jovens em termos de qualidade de vida e de saúde, desempenho acadêmico, comportamento antissocial, entre outros. Até que ponto a cultura e o status socioeconômico influenciam este desenvolvimento é pouco estudado e incerto. O tema do presente estudo é centrado na avaliação de uma gama de funções executivas necessárias para resolução de problemas cognitivos (funções executivas frias) e socioemocionais (funções executivas quentes) durante o início da adolescência. Tomaremos em consideração não só a idade, mas também o desenvolvimento puberal, cronotipo e padrões de sono, bem como a base sociocultural, estudando jovens do Brasil e do Irã, países com acentuada desigualdade social. Somente medidas comportamentais de domínio público e que não envolvam equipamentos complexos serão utilizadas para democratizar a reprodutibilidade dos achados. O estudo será transversal e incluirá mais de 300 participantes de 9 a 15 anos de idade provenientes de uma gama de contextos socioeconômicos. Fatores suscetíveis a intervenções para melhorar as funções executivas na adolescência serão determinados e os resultados serão divulgados à comunidade científica e ao público em geral.