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Investigar como o FGF2 e o TGFbeta latente controlam a migração e diferenciação de células tronco mesenquimais no local de lesão da cartilagem

Processo: 18/23457-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2019
Vigência (Término): 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Mario Ferretti Filho
Beneficiário:Felipe Bruno Dias de Oliveira
Supervisor no Exterior: Antonia Vincent
Instituição-sede: Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEPAE). Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein (SBIBAE). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Oxford, Inglaterra  
Vinculado à bolsa:15/14444-3 - Capacidade regenerativa de células mesenquimais administradas de forma local e sistêmica em modelo animal de osteoartrose, BP.DR
Assunto(s):Ortopedia

Resumo

O grupo da Tonia Vincent demonstrou anteriormente que a matriz de cartilagem libera fatores de crescimento retidos, incluindo FGF2 e TGFbeta latente, em resposta a lesão mecânica. O TGFbeta latente requer o receptor de superfície celular, betaglicano, também conhecido como TGFbetaR3 para se tornar ativado. O reparo da cartilagem in vivo é dependente de FGF2, pois os camundongos deficientes neste fator de crescimento são incapazes de preencher um defeito de cartilagem em comparação com uma linhagem controle do camundongo. Ao examinar o efeito do FGF2 no comportamento das células-tronco mesenquimais (MSC) in vitro, seu grupo descobriu que o FGF2 aumentou dramaticamente a mobilidade das MSCs no ensaio de arranhadura em monocamada, mas inibiu a diferenciação da linhagem de condrócitos em um teste de condrogênese de 21 dias. A hipótese que gostaríamos de testar é que o FGF2 liberado após a lesão da cartilagem articular prepara as MSCs para a subsequente ativação do TGFbeta latente pela regulação do TGFbetaR3.