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Leishmaniose cutânea não ulcerada ou atípica causada pela Leishmania (L.) infantum chagasi no município de Amapala, Valle, Honduras: caracterização imuno-histopatológica das lesões de pele com ênfase na participação das células apresentadoras de antígenos

Processo: 18/04698-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2019
Vigência (Término): 31 de agosto de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Marcia Dalastra Laurenti
Beneficiário:Carmen Maria Sandoval Pacheco
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/50315-0 - Leishmanioses na América Latina: uma perspectiva avançada sobre fatores imunopatogenéticos da infecção cutânea e visceral, imunomoduladores da saliva de vetores flebotomíneos e exo-antígenos imunogênicos de Leishmania (L.) infantum chagasi candidatos à vacina, AP.TEM
Assunto(s):Doenças transmissíveis   Leishmaniose cutânea   Leishmania infantum   Ferimentos e lesões   Pele   Biópsia   Células apresentadoras de antígenos   Imuno-histoquímica   Honduras

Resumo

Nas Américas, em especial na América do Sul, a infecção por Leishmania (Leishmania) infantum chagasi causa manifestações subclínicas e Leishmaniose Visceral (LV), a qual quando não tratada é potencialmente fatal. Em Honduras, a infecção por Leishmania (L.) infantum chagasi causa a Leishmaniose Visceral (LV), porém também tem sido relatada a Leishmaniose Cutânea não Ulcerada ou atípica (LCNU) causada por esta espécie do parasito. Relataram-se casos de Leishmaniose Cutânea não Ulcerada ou atípica (LCNU), também em outros países da região, como Costa Rica, El Salvador e Nicarágua. Em Honduras, existem áreas endêmicas bem identificadas desta variante clínica não ulcerada, localizadas nos estados de Choluteca e Valle, assim como parte sul dos estados de Francisco Morazán, La Paz, El Paraíso e Intibucá. Neste estudo serão empregadas 20 biópsias de pele estocadas no Laboratório de Patologia de Moléstias Infecciosas da FMUSP, que já foram coletadas para o desenvolvimento de outro projeto. Após exame clínico e laboratorial para confirmação da infecção por Leishmania, biópsias de lesões de pele destes pacientes, as que se definem como uma pápula, placa infiltrativa ou nódulo indolor, não ulcerativo, eritematoso ou da cor da pele, com ou sem presença de halo hipo-pigmentado, foram coletadas, fixadas em solução formol 10% tamponado 0,01M e processadas pelas técnicas usuais de microscopia ótica. Cortes histológicos das lesões cutâneas serão processados pela reação de imuno-histoquímica utilizando os anticorpos primários para marcadores de células de Langerhans (CD1a, CD207) e células dendríticas dérmicas (CD11c, CD123, fator XIIIa); macrófagos M1 (CD68) e macrófagos M2 (CD163); e por imuno-histoquímica de dupla marcação utilizando marcadores para iNOS e produção de citocinas como IL-12, TNF-±, IL-4, IL-10, TGF-² e IL-13. (AU)