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Biogeoquímica de ferro e seu controle sobre a dinâmica de metais traço nos solos do estuário do Rio Doce após o "desastre de Mariana"

Processo: 18/04259-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2019
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Pesquisador responsável:Tiago Osório Ferreira
Beneficiário:Hermano Melo Queiroz
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/17413-2 - Processos redox controlando a dinâmica de metais associados a óxidos de Fe no sedimentos do estuário do Rio Doce após o desastre de Mariana, BE.EP.DR
Assunto(s):Biogeoquímica   Ferro   Solos   Desastres ambientais   Estuários   Indústria mineral   Biodisponibilidade   Mariana (MG)

Resumo

Em 2015, o rompimento da barragem Fundão em Mariana - Minas Gerais despejou na bacia hidrográfica do Rio Doce toneladas de rejeitos de processamento de minério de ferro da chegando ao estuário do Rio Doce no estado do Espírito Santo sendo esse o maior desastre ambiental da história do Brasil. O rejeito depositado é rico em óxidos de ferro o qual tem um importante papel na retenção de metais. No entanto o elemento ferro em passível de processos de oxiredução em ambientes estuarinos, que são controlados por parâmetros como potencial redox, pH e carbono orgânico. Por exemplo, o processo de redução de ferro solubilizando os óxidos de ferro contidos no rejeito promove a biodisponibilidade de metais, trazendo risco de contaminação. Nesse sentido o ferro atua como um dos principais mecanismos de controle de biodisponibilidade de metais traço na foz do Rio Doce e, portanto, é necessário avaliar o comportamento geoquímico desse elemento e dos metais associados após a deposição do rejeito de minério de ferro da Samarco. (AU)

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