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Democracia e intervenção humanitária: o debate e a crítica ao processo de Peacebuilding das Nações Unidas no pós-guerra fria

Processo: 18/26430-5
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 19 de agosto de 2019
Vigência (Término): 11 de novembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Ciência Política - Política Internacional
Pesquisador responsável:Luís Alexandre Fuccille
Beneficiário:Leticia Rizzotti Lima
Supervisor no Exterior: Toni Jaeger-Fine
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Marília. Marília , SP, Brasil
Local de pesquisa : Fordham University, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:18/00460-5 - Democracia e intervenção humanitária: o debate e a crítica ao processo de peacebuilding das Nações Unidas no pós-guerra fria, BP.MS
Assunto(s):Segurança internacional   Democracia

Resumo

No pós-Guerra Fria, é possível identificar a evolução através do tempo das intervenções humanitárias até o princípio de Responsabilidade de Proteger (R2P). Fundamentalmente, a engenharia retórica desta abordagem se deve a noção de restrição da soberania estatal em favor das seguranças individuais implicando em uma mudança evolutiva na compreensão da Comunidade Internacional, liderada pela autoridade da ONUm em contextos de escalada de conflitos. A transformação de como as doutrinas foram construídas e usadas não é apenas uma questão de linearidade temporal, mas também a expressão da teleologia que relativizou princípios tradicionais do direito internacional vestfaliano. Uma linha mestre crucial para este reposicionamento foi a ideia de proteção internacional para o sofrimento humano e a capacidade de democracias mitigar os riscos de conflito. Deste modo, este projeto pretende investigar os significados de 'democracia' no desencadeamento de incursões das Nações Unidas e sua incorporação nas narrativas de proteção construídas desde os anos 1990 como elemento de legitimidade