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Estimativa de fluxo de nutrientes para os sistemas marinhos do Ediacarano superior via modelagem numérica de dados de isótopos de li das rochas carbonáticas dos grupos Corumbá e Bambuí, Brasil

Processo: 18/25039-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 17 de maio de 2019
Vigência (Término): 16 de novembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Pesquisador responsável:Jacinta Enzweiler
Beneficiário:Gustavo Macedo de Paula Santos
Supervisor no Exterior: Simone Antonia Kasemann
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Bremen, Alemanha  
Vinculado à bolsa:17/00399-1 - Intemperismo químico e fluxo de nutrientes para o oceano no Ediacarano superior e suas relações com a diversificação da vida, BP.PD
Assunto(s):Geoquímica isotópica

Resumo

O aparecimento dos primeiros organismos complexos ao final do período Ediacarano (635 a 541 Ma) é um dos episódios mais intrigantes da história do Planeta. As causas para tal evolução da vida permanecem em debate. Um aumento no fluxo de nutrientes para o oceano via intemperismo químico continental é uma das principais hipóteses para explicar tal fato. A alta disponibilidade de nutrientes teria incrementado a atividade biológica, resultando na irradiação da vida. Entretanto, esta hipótese ainda é pouco testada em escala global e requer estudos detalhados em sucessões sedimentares marinhas do final do Ediacarano. Duas destas sucessões se encontram no Brasil: o Grupo Corumbá (centro-oeste) e o Grupo Bambuí (centro-leste). Estes são os alvos do estudo de pós-doutorado Intemperismo químico e fluxo de nutrientes para o oceano no Ediacarano Superior e suas relações com a diversificação da vida (FAPESP 2017/00399-1), que combina frações mássicas de elementos terras raras e isótopos de Li em rochas carbonáticas para identificar fluxos de intemperismo químico para os sistemas marinhos Ediacaranos. Em especial, isótopos de Li tem sido um das ferramentas mais promissoras na quantificação de fluxos intempéricos para bacias antigas. Este projeto BEPE objetiva estimar os fluxos de lítio para bacias marinhas via modelagem numérica dos dados e verificar suas relações com o registro biogeoquímico. Testes de duplicatas nas amostras também serão feitos, para assegurar a qualidade das medições isotópicas de Li implementadas no Brasil. O projeto será supervisionado no exterior pela Profa. Dra. Simone Kasemann no MARUM-Center for Marine Environmental Sciences, Universidade de Bremen, Alemanha, que tem vasta experiência com proxies de intemperismo químico.

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