Busca avançada
Ano de início
Entree

Efeito do eltrombopague sobre a expansão de células tronco e progenitoras hematopoéticas no tratamento da anemia aplástica

Processo: 18/25178-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2019
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Rodrigo do Tocantins Calado de Saloma Rodrigues
Beneficiário:Bruno Quintino de Oliveira
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Hematologia   Anemia aplástica   Células-tronco hematopoéticas   Imunofenotipagem

Resumo

A anemia aplástica adquirida é uma doença em que ocorre falência da célula tronco hematopoética, levando à pancitopenia associada à medula óssea hipocelular. A doença é causada por destruição dos precursores hematopoéticos por mecanismo imune mediado por linfócitos T citotóxicos. Historicamente, a mortalidade dessa doença sempre foi alta, tanto por complicações agudas da pancitopenia, quanto por complicações inerentes ao seu tratamento. O tratamento vigente para essa enfermidade consiste na terapia imunossupressora ou no transplante alogênico aparentado de células tronco hematopoéticas. No entanto, estudos recentes têm demonstrado que o eltrombopague, um agonista de receptor de trombopoetina, quando associado à terapia imunossupressora, melhora significativamente a resposta hematológica, aumentado a celularidade da medula óssea, o número de células das três linhagens sanguíneas no sangue periférico, independência transfusional e sobrevida geral. Adicionalmente, a porcentagem de casos com resposta hematológica completa, ou seja, com normalização do hemograma, é significativamente superior aos resultados da imunossupressão isolada, sugerindo efeito direto na recuperação da hematopoese e seus precursores. Esse estudo objetivo avaliar os efeitos do eltrombopague sobre a expansão de células tronco e progenitoras hematopoéticas, determinando a composição e fenótipo das populações de células que são repovoadas na medula óssea.