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Ação do gene Gremlin sobre perfil de monócitos e de macrófagos na progressão da aterosclerose

Processo: 18/15976-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2019
Vigência (Término): 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Alexandre Holthausen Campos
Beneficiário:Daniela Harsanyi
Instituição-sede: Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEPAE). Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein (SBIBAE). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Cardiologia   Aterosclerose   Monócitos   Macrófagos   Dieta hiperlipídica

Resumo

O desenvolvimento da aterosclerose envolve a ativação e a modificação de diversos tipos celulares, como células da musculatura lisa vascular (CMLV), células endoteliais e do sistema imune. Genes como BMPs e o seu antagonista Gremlin estão relacionados com a fisiopatologia dessa doença. Para estudar tal relação, criamos um modelo de animais propensos à formação de placas e com ganho de função de BMPs por perda parcial do seu antagonista (Gremlin+/- ApoE-/-). Observamos que, quando alimentados por 16 semanas com dieta hiperlipidêmica, os Grem+/- ApoE-/- apresentaram menor massa de placas ateroscleróticas em aorta e número reduzido de células mieloides, quando comparado aos camundongos ApoE-/-. Na fisiopatogenia da aterosclerose, monócitos e macrófagos são células de especial interesse, pela sua participação tanto no início quanto na progressão da doença. Sabe-se que essas células são capazes de assumir fenótipos distintos conforme os estímulos que recebem do microambiente: macrófagos M1 são predominantemente pró-inflamatórios e os M2, antiinflamatórios. Nesse sentido, investigaremos se as diferenças observadas na placa de ateroma dos animais Grem+/- ApoE-/- podem ter relação com o seu perfil de macrófagos/monócitos.