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Simulação da Monção da América do Sul no último milênio: à variabilidade multidecadal e interanual e mecanismos de atuação

Processo: 18/23522-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de março de 2019
Vigência (Término): 30 de junho de 2022
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Convênio/Acordo: National Science Foundation (NSF) e NSF’s Partnership for International Research and Education (PIRE)
Pesquisador responsável:Gilvan Sampaio de Oliveira
Beneficiário:Jelena Maksic
Instituição-sede: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Brasil). São José dos Campos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/50085-3 - PIRE: educação e pesquisa em clima das Américas usando os exemplos de anéis de árvores e espeleotemas (PIRE-CREATE), AP.TEM
Assunto(s):Mudança climática   Clima de monção   Simulação   América do Sul   Século XX

Resumo

A Bacia do Prata, com precipitação de verão superior a 55% do total anual. A variabilidade interanual para os SAMS multidecadais também está relacionada com a Oscilação Sul do El Niño (Garreaud et al., 2009), a Oscilação do Atlântico Norte (Robertson e Mechoso, 1998), para o gradiente tropical SST do Sul (Zhou e Lau, 2001) e Oscilação Decadal do Pacífico (Garreaud et al., 2009). Na escala de tempo paleoclimática, a variabilidade da precipitação de SAMS é influenciada principalmente por dois fatores: variações dos parâmetros orbitais e o Gradiente Sul das TSMs do Atlântico (Baker e Fritz, 2015). No entanto, as erupções vulcânicas do último milênio, a mudança do uso da terra e as concentrações de gases de efeito estufa também foram forças externas para as anomalias climáticas mais proeminentes neste período: a anomalia climática medieval (MCA, ca. 950-1250 dC) e a Pequena Idade do Gelo (LIA, ca. 1450-1850 dC). Proxies paleoclimáticos e resultados de modelos climáticos (Reuter et al., 2009; Vuille et al., 2012; Rojas et al., 2016) mostraram uma monção mais fraca durante o MCA e uma monção relativamente mais forte durante o LIA. No entanto, estes sinais podem ser diferentes para outras regiões da América do Sul. A MCA foi um período quente e úmido no Sudeste do Brasil (Oliveira et al., 2009), enquanto o clima sobre o Nordeste do Brasil foi mais seco tanto para os períodos MCA e LIA (Novello et al., 2012). Este projeto visa investigar a variabilidade interanual de SAMS para multidecadal devido a forçantes externas no último milênio. Especificamente, examinaremos as causas de tendências e variabilidade do SAMS usando simulações climáticas passadas (CMIP5/CMIP6) e forçando experimentos dos últimos 1000 anos. Forneceremos uma avaliação quantitativa e abrangente de quais aspectos da variabilidade do SAMS são adequadamente representados pelos modelos atuais, dando credibilidade às futuras projeções de mudanças climáticas. (AU)