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A Espanha dos homens do rei: a representação da Espanha pelos homens do rei durante o reinado de James Stuart I (1603-1625)

Processo: 19/01297-3
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2019
Vigência (Término): 31 de agosto de 2020
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História Moderna e Contemporânea
Pesquisador responsável:Iris Kantor
Beneficiário:Ricardo Cardoso
Supervisor no Exterior: Martin Wiggins
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Birmingham, Inglaterra  
Vinculado à bolsa:17/07455-4 - Um Jogo de Xadrez: relações diplomáticas Anglo-Espanholas na obra de Shakespeare e dramaturgos coevos durante o reinado de James Stuart I (1603-1625), BP.DR
Assunto(s):História do teatro

Resumo

A partir da seleção de textos dramáticos compostos para a companhia Homens do Rei, da qual William Shakespeare (1564-1616) era dramaturgo principal, este trabalho pretende examinar a representação da Guerra Anglo-Espanhola (1585-1604) e relações diplomáticas entre Inglaterra e Espanha durante o reinado de James Stuart I (1603-1625). A guerra impulsionou certo sentimento anti-hispânico em diversos setores da sociedade inglesa. A paz estabelecida em 1604 não encerrou a hostilidade, essa cresceu durante as primeiras décadas do século XVII rumo à uma nova guerra entre as duas monarquias (1625-1630). A partir das conclusões de historiadores como Christopher Hill e Lawrence Stone, de que a diplomacia pró-espanhola de James I encontrou resistência entre seus súditos, avaliaremos como se posicionou neste embate a companhia que tinha por um lado o próprio Rei como patrono e por outro a audiência popular. Sob supervisão do professor sênior do Shakespeare Institute, Martin Wiggins, através de análise crítica das peças, associada ao exame do contexto político-diplomático, avaliaremos como os textos escritos para Os Homens do Rei - principalmente por seus principais poetas, como Shakespeare, John Fletcher (1579-1625), Thomas Middleton (1580-1627) e Philip Massinger (1583-1640) - evocaram o conflito seminal e novos eventos que envolveram as duas Monarquias.

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