| Processo: | 18/26241-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 02 de maio de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 01 de maio de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Pesquisador responsável: | Síntia Iole Nogueira Belangero |
| Beneficiário: | Gabriela Xavier |
| Supervisor: | Dan Rujescu |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Martin-Luther-University of Halle-Wittenberg, Alemanha |
| Vinculado à bolsa: | 16/19462-2 - O papel dos miRNAs na esquizofrenia: do genoma à proteína, BP.DD |
| Assunto(s): | Genética psiquiátrica Esquizofrenia Etiologia MicroRNAs Risperidona Agentes antipsicóticos Células-tronco pluripotentes induzidas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | esquizofrenia | iPSC | miRNA | neurônio | risperidona | Genética Psiquiátrica |
Resumo A esquizofrenia é uma doença multifatorial que engloba um conjunto de sintomas de origem desconhecida. Fazer um modelo da doença usando células-tronco humanas pluripotentes induzidas (células iPS) oferece uma oportunidade emergente para examinar os mecanismos subjacentes à complexa patogênese da doença. Nosso objetivo é avaliar a expressão de miRNAs em células neurais de pacientes FEP com e sem o tratamento com risperidona. Primeiro, selecionaremos pacientes FEP de nossa coorte atual com base na resposta à risperidona após oito semanas de tratamento (respondedores e não respondedores) e controles saudáveis pareados por sexo e idade com os pacientes. A partir das células sanguíneas de indivíduos FEP e controles saudáveis, geraremos células pluripotentes induzidas e as diferenciaremos em células progenitoras neurais e depois em neurônios corticais. Essas células serão tratadas com fármaco antipsicótico ou solução veicular e avaliaremos a expressão de miRNAs alvo. Esperamos encontrar confirmação da expressão diferencial dos marcadores de miRNAs para a fisiopatologia da SCZ e para a resposta ao tratamento, como um primeiro passo no caminho para uma medicina cada vez mais personalizada. (AU) | |
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