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Estudos não clínicos de toxicologia da própolis vermelha e de sua fonte botânica Dalbergia ecastophyllum (l.) Taub

Processo: 17/26252-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica
Pesquisador responsável:Jairo Kenupp Bastos
Beneficiário:Jennyfer Andrea Aldana Mejía
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/04138-8 - Realização de estudos químicos, analíticos, biológicos, farmacológicos e tecnológicos para preenchimento das lacunas no desenvolvimento do setor de própolis brasileiro, AP.TEM
Assunto(s):Farmacognosia   Toxicidade aguda   Citotoxicidade   Mutagênese

Resumo

A própolis é um material natural resinoso, coletado por abelhas a partir de plantas e misturados com cera de suas glândulas. A própolis desempenha funções biológicas importantes na colmeia, principalmente contra patógenos e parasitas. A própolis Brasileira tem amplo uso tradicional e várias atividades biológicas, sendo altamente valorizada em países asiáticos. Um dos tipos de própolis mais destacados é a vermelha, que no Brasil tem como fonte botânica a espécie Dalbergia ecastophyllum (L.) Taub. (Fabaceae). Quimicamente se caracteriza pela presença de flavononas, flavonóis, xantonas, triterpenos, catequinas, chalconas, auronas e guttiferonas. Tanto os extratos como alguns compostos isolados apresentam as atividades: antioxidante, antimicrobiana, citotóxica e anti-inflamatória, fazendo da própolis vermelha um produto com alto potencial no desenvolvimento de produtos farmacêuticos. Todavia, há poucos estudos que garantam a caracterização química e segurança no uso desta. Assim, propõe-se, principalmente, a avaliação in vivo e in vitro dos possíveis efeitos tóxicos do extrato bruto da própolis vermelha e da sua fonte vegetal. Para tanto, serão avaliadas as atividades citotóxicas in vitro dos extratos brutos de própolis e de D. ecastophyllum por meio do ensaio de XTT usando células normais V79, bem como a atividade genotóxica in vitro e in vivo dos extratos utilizando o teste de micronúcleo. Propõe-se também realizar ensaios de toxicidade aguda por dose única (14 dias) e de toxicidade subcrônica em doses repetidas (90 dias) do extrato de própolis vermelha por via oral, com o monitoramento de alterações comportamentais e realização das análises hematológicas, bioquímicas e morfológicas macro e microscópicas. Considerando a necessidade de caracterizar quimicamente o extrato, propõe-se, adicionalmente, o isolamento dos compostos majoritários, utilizando-se diferentes modalidades cromatográficas, como contribuição de padrões cromatográficos para o desenvolvimento de métodos analíticos por outros membros do grupo.

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
CCANA-CCAPATINTA, GARI VIDAL; ALDANA MEJIA, JENNYFER ANDREA; TANIMOTO, MATHEUS HIKARU; GROPPO, MILTON; ANDRADE SARMENTO DE CARVALHO, JEAN CARLOS; BASTOS, JAIRO KENUPP. Dalbergia ecastaphyllum (L.) Taub. and Symphonia globulifera L.f.: The Botanical Sources of Isoflavonoids and Benzophenones in Brazilian Red Propolis. Molecules, v. 25, n. 9 MAY 2020. Citações Web of Science: 0.

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