| Processo: | 19/04541-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Odontologia Social e Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Adelita Carolina Santiago |
| Beneficiário: | Adelita Carolina Santiago |
| Empresa: | Ravenna Indústria e Comércio de Cosméticos Ltda. - ME |
| CNAE: |
Fabricação de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal |
| Vinculado ao auxílio: | 17/22771-0 - Inclusão de uma cistatina recombinante de cana-de-açúcar em produtos odontológicos para proteção do esmalte dentário, AP.PIPE |
| Assunto(s): | Esmalte dentário Cárie dentária Erosão dentária Cistatinas Cana-de-açúcar Pichia pastoris Citotoxicidade Fibroblastos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cana-de-açúcar | Carie | cistatina | erosão dentária | Esmalte dentário | inibidores de cisteíno peptidases | Odontologia |
Resumo As cistatinas são inibidores reversíveis de cisteíno peptidases presentes em todas as formas de vida. A cistatina B humana foi recentemente identificada na película adquirida do esmalte dentário como uma proteína ácido-resistente, o que demonstra seu potencial para ser usada em produtos odontológicos para proteção contra cárie e erosão dentária. Entretanto, o custo desta cistatina é bastante elevado, o que torna inviável sua inclusão em produtos comerciais. Alternativamente, nós estudamos o potencial inibidor e a capacidade de interação com o esmalte dentário de uma cistatina recombinante da cana-de-açúcar, denominada CaneCPI-5, que foi produzida em E. coli. A CaneCPI-5 demonstrou uma grande força de interação com o esmalte e reduziu significativamente a erosão inicial. Devido aos bons resultados encontrados, que nos renderam uma patente depositada e um artigo publicado em uma importante revista internacional de Odontologia, pretendemos agora avaliar a produção da CaneCPI-5 em Pichia pastoris com a vantagem de que proteína é secretada para o meio de indução, o que torna o processo de produção mais simples e economicamente mais favorável. Entretanto, é necessário verificar se a proteína produzida em Pichia pastoris tem a mesma proteção contra a erosão inicial. Para tanto, avaliaremos novamente a capacidade protetora da solução contendo CaneCPI-5 contra a erosão inicial e ainda avaliaremos a inclusão desta proteína em outro veículo, um gel odontológico, a fim de definirmos qual o melhor veículo para utilização comercial na prevenção da erosão dentária. Para isso serão realizados experimentos in vitro com blocos de esmalte bovino incubados com solução ou gel contendo a CaneCPI-5 e depois expostos ao ácido cítrico e então serão realizadas as análises de microdureza de superfície para medir o amolecimento do esmalte. Os dados serão avaliados em relação à normalidade e homogeneidade, para seleção do teste estatístico apropriado (p<0,05). Em adição será avaliada a citotoxicidade da CaneCPI-5 em cultura de fibroblastos, a fim de comprovar a sua segurança, etapa essencial para a inclusão em produtos odontológicos comerciais. (AU) | |
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