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Papel da enzima PFKFB-3 em células t reguladoras

Processo: 18/23910-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2019
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:José Carlos Farias Alves Filho
Beneficiário:Marcos Henrique Rosa
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/08216-2 - CPDI - Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias, AP.CEPID
Assunto(s):Imunorregulação   Autoimunidade   Linfócitos T reguladores

Resumo

Células T reguladoras FoxP3+ (Tregs) desempenham funções supressoras cruciais para homeostase do sistema imunológico. Tem sido amplamente demonstrado que o metabolismo celular contribui efetivamente para proliferação, diferenciação e função das células do sistema imune, sendo a via glicolítica um importante ponto de integração de diferentes vias metabólicas. Nesse contexto, a enzima fosfofrutoquinase-1 (PFK-1), a qual catalisa a conversão da frutose 6fosfato em frutose 1,6-bifosfato, atua em uma etapa limitante do fluxo glicolítico. A atividade da PFK-1 é regulada alostericamente pelo metabolito frutose-2,6bifosfato (F2,6BP), o qual é produto da enzima 6-fosfofruto-2-quinase / frutose2,6-bifosfatase 3 (PFKFB3). Sabe-se que a inibição da atividade cinase mediada pela PFKFB3 leva ao acumulo de intermediários da glicólise, os quais podem ser utilizados por outras vias metabólicas. Neste sentido, embora tenha sido descrito que o metabolismo oxidativo tenha um papel importante para o desenvolvimento e função de Tregs, resultados preliminares do nosso laboratório demonstraram que a inibição da enzima PFKFB3 promove uma maior diferenciação de Tregs. Portanto, o presente projeto visa compreender o papel da enzima PFKFB3 na diferenciação e função de Tregs, o que pode fornecer um possível alvo para o desenvolvimento de terapia para doenças inflamatórias.