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Consumo de alimentos ultraprocessados e incidência de diabetes na população inglesa: coorte Biobank

Processo: 18/26660-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 01 de junho de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição - Análise Nutricional de População
Pesquisador responsável:Renata Bertazzi Levy
Beneficiário:Renata Bertazzi Levy
Anfitrião: Christopher Millett
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Imperial College London, Inglaterra  
Vinculado ao auxílio:15/14900-9 - Consumo de alimentos ultraprocessados, perfil nutricional da dieta e obesidade em sete países, AP.TEM
Assunto(s):Diabetes mellitus   Epidemiologia nutricional   Obesidade

Resumo

Resumo: Nos últimos anos as prevalências de obesidade e diabetes vêm atingindo valores alarmantes. Essa situação pode estar relacionada ao aumento da participação dos alimentos ultraprocessados na alimentação mundial. Com esta proposta pretendemos avançar nas análises sobre a influência do consumo de alimentos ultraprocessados nos desfechos em saúde, particularmente, obesidade e diabetes e aumentar a robustez da relação causal. Para tanto será realizado um estudo prospectivo da associação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e incidência de diabetes, mediada pela obesidade na população do Reino Unido. Utilizaremos para isso dados da coorte Biobank que acompanha a população adulta do Reino Unido desde 2006 até os dias atuais. Como medida de exposição, teremos a participação calórica dos alimentos ultraprocessados na dieta e, como desfechos, a incidência de diabetes mediada pela obesidade. Medidas de riscos proporcionais serão obtidas utilizando modelos de regressão de Cox. Serão realizadas ainda análises de mediação para explorar e quantificar os efeitos totais, diretos e indiretos da obesidade nessa associação. Ademais, pretende-se fortalecer a parceria institucional entre a Universidade de São Paulo e o Imperial College of London, e propiciar o conhecimento de técnicas de análises de estudo longitudinais, possibilitando a construção de uma disciplina de pós-graduação em medicina preventiva na volta ao Brasil.