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Efetividade das estratégias em atenção primária à saúde no tratamento do Diabetes Mellitus tipo 2: revisão sistemática e metanálise em rede

Processo: 18/25035-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2019
Vigência (Término): 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Vania dos Santos Nunes Nogueira
Beneficiário:Luísa Rocco Banzato
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Endocrinologia   Atenção primária à saúde   Diabetes mellitus tipo 2   Metanálise em rede   Ensaio clínico controlado aleatório   Revisão sistemática   Efetividade (saúde pública)

Resumo

Introdução: apesar da grande quantidade de fármacos disponíveis atualmente para o tratamento do Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), e das várias diretrizes publicadas sobre o seu manejo, grande parte dos pacientes continua com a doença não controlada. Alguns estudos mostraram que menos de 10% dos indivíduos acometidos haviam atingido o controle da doença de acordo com as recomendações propostas. O fator de risco mais relevante para o surgimento das complicações relacionadas ao DM2 é o controle glicêmico inadequado. Objetivo: avaliar a efetividade das estratégias em atenção primária a saúde que visem um maior engajamento por parte dos pacientes no tratamento e controle do DM2. Métodos: será realizada uma revisão sistemática da literatura, cuja metodologia será de acordo com a Colaboração Cochrane, e uma metanálise de método indireto (metanálise em rede), com o método MTC (Mixed Treatment Comparisons). Serão incluídos estudos randomizados, nos quais pacientes com DM2 foram alocados a alguma estratégia que aumentasse o seu engajamento no tratamento de sua doença (intervenção) ou ao tratamento padrão (consultas com médico e orientações gerais quanto a mudanças no estilo de vida) (controle). Os desfechos primários analisados serão: qualidade de vida, satisfação do tratamento pelo paciente, controle glicêmico, controle da hipertensão arterial e da dislipidemia, frequência de eventos cardiovasculares e óbitos. Os desfechos secundários serão: perda de peso (medida pelo peso final ou circunferência da cintura, ou índice de massa corpórea (IMC)), número de pacientes em cada grupo com HbA1c<6.5, número de pacientes em cada grupo com HA1c < 7, diferença de média da HbA1c entre controle e intervenção em 3, 6, 12, 18 e 24 meses. Mudança da HbA1c da visita inicial e última visita, necessidade de internação seja por complicação aguda ou crônica do DM, custos.