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Avaliação econômica e ambiental de tecnologias de baixo carbono para os setores de aço e cimento no Estado de São Paulo

Processo: 18/23439-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Sergio Almeida Pacca
Beneficiário:Jhonathan Fernandes Torres de Souza
Instituição-sede: Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/50279-4 - Brasil Research Centre for Gas Innovation, AP.PCPE
Assunto(s):Indústrias

Resumo

Visando evitar que a temperatura média global exceda 2°C acima dos níveis pré-industriais, as nações se comprometeram em reduzir suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) através da ratificação do Acordo de Paris, fruto da 21ª Conferência das Partes (COP) da Convenção-quadro das Nações Unidas sobre a mudança do clima (UNFCCC). O Acordo de Paris permite o protagonismo de estados e províncias em consonância com as metas nacionais. No Estado de São Paulo, as emissões do setor industrial são expressivas, representando 15% do total em 2005, valor que sobe para 32% quando se incorpora o consumo energético aos processos industriais. O presente projeto de pesquisa visa propor cenários de baixo carbono para o setor de siderurgia e de cimento, que correspondia a 53% das emissões do setor industrial em São Paulo em 2005. Os cenários terão como base o ano de 2014 e serão projetados até 2050 através de um modelo macroeconômico integrado ao Projeto 2014/50279-4: "Inventário brasileiro de gases de efeito estufa e cenários para a redução das emissões relacionadas ao gás natural" do Research Center for Gas Innovation (RCGI). A análise será conduzida com o Long-range Energy Alternative Planning System (LEAP), modelo de simulação de cenários energéticos, que retornará resultados para o balanço energético (oferta e demanda de energia), de emissões de GEE e dos custos associados às tecnologias de baixo carbono. As entradas e saídas do LEAP estarão conectadas a outros modelos dentro do grupo do RCGI, e os resultados poderão dar apoio aos tomadores de decisão na formulação de políticas de mitigação de GEE para o setor industrial.