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Implantação dè um modelo animal Pará diabetes do tipo 2 induzida pôr dieta e estreptozotocina Pará investigar o efeito dè ingestão crônica d fluoreto ná resistência insulínica e expressão dè proteínas hepáticas e musculares

Processo: 18/24073-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2019
Vigência (Término): 31 de março de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Odontologia Social e Preventiva
Pesquisador responsável:Marília Afonso Rabelo Buzalaf
Beneficiário:Heloisa Aparecida Barbosa da Silva Pereira
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Diabetes mellitus   Flúor   Resistência à insulina   Modelos animais   Bioquímica

Resumo

O diabetes mellitus é considerado uma doença de grande impacto e as perspectivas são de que a mesma deve aumentar muito nos próximos anos, devido ao estilo de vida das pessoas. Dentre os dois tipos de diabetes. o tipo 2 (DM2) é o que tem a maior prevalência (90%). Alguns estudos vêm indicando que o fluoreto (F) pode influenciar na resistência/sensibilidade à insulina, característica inicial do desenvolvimento do DM2. Desta forma, estudos que relacionem essa patologia com a administração de F são importantes, já que este íon está presente em águas de abastecimento e outras fontes, como dentifrícios e alimentos. Desta forma, o objetivo deste estudo é implementar um novo modelo animal (camundongos) para o DM2, induzido pela dieta e estreptozotocina, que possa ser útil para se avaliar o efeito da administração crônica de F na resistência insulínica e na expressão de proteínas hepáticas e musculares. Para isto serão utilizados 60 camundongos adultos machos da linhagem C57BL/6J, que serão divididos em 3 grupos experimentais (n=20), de acordo com a dose de F ( 0, 10 ou 50 ppm) administrada por meio da água de beber. Os animais receberão por 2 semanas uma dieta hiperlipídica e na 3a semana receberão injeções diárias de estreptozotocina (STZ), por 3 a 5 dias. A partir da 4a semana se iniciará o tratamento com o F, com duração de 21 dias. Testes de glicemia serão realizados periodicamente para se verificarem as alterações glicêmicas, a fim de detectar a resistência à insulina, e posteriormente à administração de STZ e constatação do DM2. Um grupo com 10 camundongos da linhagem C57BL/6 será utilizado como controle. Os mesmos receberão pelo mesmo período experimental, água sem F e dieta normocalórica. Decorrido o período experimental, os animais serão eutanasiados, sendo coletado o sangue para análise de F (eletrodo íon específico), glicose (método da glicose-oxidase) e insulina (ELISA), bem como o fígado e músculo gastrocnêmio, para análise proteômica quantitativa livre de marcadores (software Protein Linx Global Service). Também serão selecionados 8 animais de cada grupo experimental para realizar um teste de tolerância a insulina (ITT) antes da eutanásia. Os dados proteômicos serão analisados pela bioinformática e networks de interação serão produzidas e avaliadas para identificações das alterações nas proteínas. Após verificação da normalidade e homocedasticidade dos dados, os mesmos serão submetidos à análise estatística apropriada (p<0,05).