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Estudo das alterações nas capacidades endócrinas em territórios adiposos de diferentes localizações anatômicas induzidas pelo hipercortisolismo iatrogênico crônico

Processo: 19/06805-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2019
Vigência (Término): 30 de abril de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Fabio Bessa Lima
Beneficiário:Maria Clara Soares Casagrande
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/25129-4 - Hipercortisolismo Crônico Iatrogênico e suas implicações para a plasticidade do tecido adiposo uma análise da dinâmica da distribuição adiposa em um modelo experimental de Síndrome de Cushing, AP.TEM
Assunto(s):Fisiologia endócrina   Tecido adiposo   Adiposidade   Adiponectina   Leptina   Glucocorticoides

Resumo

Por um longo tempo, o tecido adiposo era tido apenas como um suporte metabólico, ao qual se atribuía um papel funcional meramente passivo. No entanto, nos últimos anos, a descoberta da capacidade de secretar inúmeros compostos biologicamente ativos, fez com que este tecido ganhasse o status de órgão endócrino e, os compostos que são apenas produzidos e secretados por ele, serem chamados de adipocinas. Dentre estes, a adiponectina e a leptina são as mais conhecidas, principalmente, por suas funções fisiológicas. Ambas estão envolvidas na regulação da adiposidade e, portanto, o desbalanço na síntese e secreção destas está relacionado com inúmeras desordens metabólicas, do qual o tecido adiposo tem um papel central. Visto isto, indivíduos expostos cronicamente a glicocorticoides, em excesso, mostram uma redistribuição da massa adiposa, além de um quadro patológico típico, no qual cada território adiposo pode estar influenciando de modo diferente através de um padrão de secreção atípico destas adipocinas. Assim, o objetivo deste projeto é averiguar o panorama da função endócrina de diferentes coxins adiposos e, como o hipercortisolismo crônico, interfere nestas capacidades, através de técnicas de cultura de adipócitos primários de animais tratados cronicamente com glicocorticoides, expressão gênica e quantificação proteica da secreção destas adipocinas. Além disso, outros parâmetros serão analisados, a fim de entender como o padrão de secreção destas adipocinas influencia na fisiopatologia do hipercortisolismo crônico.