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Explorando o ácido cafeico (Ca), éster fenetil do ácido cafeico (CAPE) e artepilina c (ARTC) como novas estratégias para eliminar as células persistentes de Candida Albicans

Processo: 19/05664-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Juliana Campos Junqueira
Beneficiário:Patricia Pimentel de Barros
Supervisor no Exterior: Eleftherios Mylonakis
Instituição-sede: Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil
Local de pesquisa : Brown University, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:17/02652-6 - Avaliação dos efeitos imunomodulatórios e antifúngicos do ácido cafeico (Ca), do éster fenetil do ácido cafeico (CAPE) e da Artepillin C (ARC) sobre c. albicans e desenvolvimento de candidose em modelos hospedeiros in vivo, BP.PD
Assunto(s):Galleria mellonella   Microbiologia oral   Candida albicans

Resumo

Atualmente, as opções de tratamento para as infecções fúngicas, como a candidose bucal, apresentam limitações devido à baixa disponibilidade de drogas antifúngicas e ao surgimento de cepas resistentes aos medicamentos. Assim, o desenvolvimento de novos compostos antifúngicos e novas abordagens terapêuticas são de grande necessidade para o controle dessas infecções. Os compostos da própolis, éster fenetil do ácido caféico (CAPE), o ácido caféico (CA) e o artepillin C (ARC), têm sido considerados antimicrobianos promissores por possuírem ação antifúngica, imunomodulatora e anti-inflamatória. Células persistentes são definidas como subpopulações de células fúngicas tolerantes a antifúngicos convencionais, responsáveis por infecções recorrentes. Clinicamente, são importantes para a persistência e agravamento do processo infeccioso por C. albicans, podendo levar o indivíduo a óbito. A descoberta de novos compostos que possuem a capacidade de destruir tais células são primordiais para o tratamento da candidose oral, infecção fúngica mais prevalente na cavidade bucal que acomete pacientes imunossuprimidos. Vários estudos in vitro tem demonstrado que os compostos CAPE, CA e ARTC possuem atividade antifúngica inibindo o crescimento de C. albicans. Assim, estudos in vivo são necessários para avaliar a eficácia desses tratamentos alternativos no combate a esse fungo. Portanto, o presente estudo tem como objetivo determinar se estes compostos da própolis, sozinhos ou associados, serão capazes de inibir o desenvolvimento de células persistentes de C. albicans no modelo de G. mellonella. Inicialmente, biofilmes maduros de dez cepas clínicas de C. albicans, isoladas de candidose orofaríngea e invasiva, serão formados e tratados com anfotericina B (100 ¼g / mL por 24 h) para seleção de células persistentes por meio da contagem de células viáveis (UFC/mL). Posteriormente, essas células serão inoculadas nas larvas de G. mellonella que serão tratadas com concentrações variáveis dos compostos CAPE, CA e ARTC. A seguir, será investigada a ação imunomoduladora e antifúngica do melhor composto ou associação em Galleria mellonella através da análise da curva de sobrevivência, contagem de hemócitos, caracterização celular dos hemócitos por citometria de fluxo e detecção de C. albicans em tempo real por ensaio de bioluminescência. Os resultados serão submetidos a uma análise exploratória para a seleção do teste estatístico mais adequado para cada experimento desse estudo (P d 0,05).

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