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Automedicação e ensino de química: contribuições de uma ilha de racionalidade para a educação de jovens e adultos

Processo: 19/01043-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2019
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Educação - Ensino-aprendizagem
Pesquisador responsável:Tathiane Milaré
Beneficiário:Karina Paes Delgado
Instituição-sede: Centro de Ciências Agrárias (CCA). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Araras , SP, Brasil
Assunto(s):Ensino de química   Educação de jovens e adultos   Automedicação   Estudos interdisciplinares

Resumo

Com o ritmo de vida cada vez mais acelerado, o ser humano tem como característica a procura e desenvolvimento de tecnologias e soluções que suprem seus necessidades e dificuldades no menor tempo possível. Assim, problemas de saúde são vistos como "atrasos" e devem ser remediados o mais rápido e da forma mais eficiente possível. Nesta situação encontra-se os medicamentos, naturais ou sintéticos, que são usados pela população sem prescrição médica. Tal ação é nomeada "automedicação" e pode acarretar em problemas seríssimos, como piora do quadro clínico e intoxicação. Portanto, entende-se a automedicação como uma temática importante de ser trabalhada em toda a sociedade, destaca-se o trabalho nas escolas quanto a isto. Como possibilidade de desenvolvimento de tal temática, sugere-se a utilização das aulas de química, uma vez que esta disciplina possui um ensino metódico que poderia ser melhorado a partir da inserção de tal temática, com cunho social. Desta forma, o presente projeto apresenta uma proposta de pesquisa que visa analisar as potencialidades e dificuldades do ensino de química perante a Educação de Jovens e Adultos (EJA), classe de ensino frequentemente esquecida perante os estudos e pesquisas da área. Para isto, propõe-se o desenvolvimento de ensino por projeto, a partir da metodologia das Ilhas Interdisciplinares de Racionalidade (IIR), pautada na ideia da Alfabetização Científica e Tecnológica (ACT) para o desenvolvimento de uma visão crítico-reflexiva do aluno diante das situações cotidianas que se depara. Com o norteamento de autores como Sasseron (2008), Fourez (1997) e Richeti (2011), pretende-se discutir e analisar as contribuições da utilização da temática da automedicação na formação dos estudantes da EJA.