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Impacto da Doença Renal Crônica (DRC) na gravidade da Doença Arterial Periférica (DAP) e suas complicações em doze meses

Processo: 18/26289-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2019
Vigência (Término): 31 de maio de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Marcone Lima Sobreira
Beneficiário:Andrea Bouças Caldeirani
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Patologia comparada   Doença arterial periférica   Insuficiência renal crônica   Angioplastia com balão   Contenedores   Procedimentos cirúrgicos vasculares

Resumo

Devido à má alimentação, padrão predominantemente sedentário da população, além de fatores de risco como tabagismo, obesidade e alcoolismo, a prevalência de hipertensão arterial sistêmica, diabetes melitus e dislipidemia é crescente, e, aliados ao estresse da vida urbana, causa um desequilíbrio que culmina em comprometimento de órgãos e sistemas, dentre estes, cita-se a doença renal crônica (DRC), que já afeta 10% da população mundial. Já que a DRC apresenta alta prevalência na população, além de elevada incidência, é importante avaliar sua correlação com outras doenças, como a em estudo nesse trabalho, a doença arterial periférica (DAP). Esta também é prevalente na mesma população e a relação entre as patologias pode acarretar grande impacto nos doentes. Para aumentar o conhecimento sobre essa relação entre DAP de membros inferiores (MMII) e DRC, essa pesquisa analisará 115 prontuários de pacientes que passaram por revascularização em 2017, além de suas angiografias do segmento arterial ilíaco-femoral, e também, a evolução clínica quanto à isquemia dos MMII. As classificações de Rutherford e TASC serão utilizadas para analisar as angiografias, além de perfil demográfico, presença ou não de fatores de risco e avaliação da função renal de todos os pacientes. É fato que a DRC pode acometer as artérias dos MMII, induzindo calcificações e lesões estenosantes de suas paredes, o que pode gerar insucesso das revascularizações realizadas pelos pacientes, amputações e agravar um quadro de DAP já instalado. Através desse projeto, será possível analisar a correlação entre essas duas patologias.