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Reprogramação celular in vitro à pluripotência (geração de células iPS) no modelo suíno a partir da metodologia não transgênica e não invasiva

Processo: 19/02811-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2019
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal
Pesquisador responsável:Fabiana Fernandes Bressan
Beneficiário:Kaiana Recchia
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/26818-5 - Investigação de mecanismos celulares e moleculares da aquisição da toti- e pluripotência induzida in vitro - modelo translacional, AP.JP
Assunto(s):Medicina regenerativa   Reprogramação celular   Células-tronco embrionárias   Células-tronco pluripotentes   Suínos

Resumo

Células-tronco embrionárias (CTE) são capazes de se diferenciar nos três folhetos embrionário devido ao seu estado indiferenciado, porém sua coleta promove inviabilidade do embrião pré-implantacional (blastocisto) e consequentemente enfrenta problemas éticos no modelo humano. Entretanto com a possibilidade de induzir uma célula diferenciada a um estado indiferenciado, através da expressão de fatores de pluripotência embrionários, foi possível produzir células pluripotentes induzidas (iPS), sendo interessante para a medicina regenerativa e terapia celular devido ao seu alto potencial tanto na medicina veterinária quanto na humana. O estudo do modelo suíno se torna mais interessante devido sua maior compatibilidade e viabilidade com o modelo humano, sendo semelhanças fisiológicas, morfológicas, sistema imune, entre outros. Consequente à possibilidade de indução de células a pluripotência através do vetor STEMCCA e de vetores epissomais busca-se gerar células iPS transgênicas e não transgênicas, respectivamente, à partir de três diferentes tecidos e coleta, sendo: fibroblastos a partir de biopsia de pele, células sanguíneas mononucleares a partir coleta de sangue periférico e células progenitoras a partir coleta de urina do modelo suíno. Realizar a caracterização das células iPS obtidas dos diferentes tecidos e coletas por meio do teste de fosfatase alcalina, morfologia e diferenciação in vitro, para posterior análise dos resultados e comparação quanto a eficiência das células e avaliando a possibilidade de atuar com a engenharia genética com enfoque em medicina regenerativa e translacional. A partir dos resultados obtidos em conjunto com outros resultados dos projetos desenvolvidos no próprio laboratório, estes serão utilizados como base para futuros experimento de diferenciação. (AU)