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Barreira química para a dispersão da ictiofauna: uma análise do Rio Tietê e seus tributários

Processo: 19/00177-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2019
Vigência (Término): 30 de abril de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Marcos Gomes Nogueira
Beneficiário:Bruna Quirici Urbanski
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Poluição da água   Rio Tietê   Ictiofauna   Dispersão

Resumo

Ao longo do tempo, barreiras artificiais para a dispersão das espécies têm surgido, como um reflexo do crescimento populacional e desenvolvimento econômico. No caso dos ambientes aquáticos, é conhecido que diversos tipos de perturbações antrópicas influenciam na composição e estruturação da biota, sendo a poluição um importante fator modificador da ictiofauna regional. Estudos prévios desenvolvidos na bacia hidrográfica do rio Tietê, o qual apresenta um longo histórico e degradação, indicam haver uma distribuição diferenciada dos organismos entre locais sem quaisquer barreiras físicas naturais ou artificiais. Nesse contexto, o objetivo geral deste trabalho é avaliar as limitações que ocorrem no processo de dispersão da ictiofauna, entre o rio Tietê (trecho médio-superior) e seus tributários diretos (Sorocaba, Capivari e Peixe), em decorrência da poluição das águas. O estudo se baseará em inventários da comunidade íctica e determinação de seus atributos ecológicos, análise de variáveis limnológicas e de qualidade de água e análise molecular que indique a estruturação genética populacional de uma espécie-alvo com ampla capacidade de dispersão. Os resultados obtidos poderão contribuir para o desenvolvimento de uma proposta de monitoramento e gestão ambiental para a preservação da ictiofauna.