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Exosomos do fígado com nicho pré-metastático como mediadores da metástase hepática de adenocarcinoma de pâncreas

Processo: 19/00740-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 01 de abril de 2019
Vigência (Término): 15 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Andréia Hanada Otake
Beneficiário:Andréia Hanada Otake
Anfitrião: Bruno Costa da Silva
Instituição-sede: Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (ICESP). Coordenadoria de Serviços de Saúde (CSS). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Fundação Champalimaud, Portugal  
Assunto(s):Metástase   Neoplasias   Oncologia

Resumo

O adenocarcinoma ductal pancreático é um tipo de câncer muito agressivo sendo o seu diagnóstico realizado em estágios tardios, o que leva a sobrevida média dos pacientes em apenas 6 meses. Esses casos avançados apresentam focos metastáticos hepáticos em que os tratamentos disponíveis são muito refratários. Estudos da literatura tem mostrado que o estabelecimento da metástase é dependente da formação de um nicho pré-metastático (NPM) no órgão alvo, caracterizado pela alteração do tecido pelas células do paciente, determinando a colonização das células tumorais e o crescimento da metástase. Trabalho recente e inovador mostrou que exosomos liberados por células tumorais pancreáticas determinam a formação do NPM no fígado. Contudo, não há evidencias se os exosomos liberados pelas células do fígado que apresentam NPM (exo-NPM), antes da colonização pelas células tumorais, participam no estabelecimento e crescimento da metástase. Resultados preliminares desse projeto mostraram que o perfil de exo-NPM é diferente do perfil dos exosomos secretados pelo fígado saudável. Dessa forma, o projeto pretende investigar se exo-NPM atuam como mediadores do desenvolvimento sustentado de metástases hepáticas. Nesse contexto, pretendemos investigar potenciais marcadores proteicos que os exo-NPM possam carregar e dessa forma, antecipar a formação do NPM e a consequente metástase. Por fim, interrogaremos se essas proteínas podem ser identificadas nos exosomos presentes no plasma dos animais e validar sua detecção em citômetro de nanopartículas. O grupo do anfitrião tem ampla expertise em estudos envolvendo exosomos, além de avaliar e caracterizar subpopulações de exosomos.

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