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Sistemática de novos espécimes de Dinosauriformes do Triássico Superior (Carniano) da Formação Santa Maria e implicações filogenéticas sobre a histologia de mandíbulas de silessaurídeos

Processo: 19/07510-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Paleozoologia
Pesquisador responsável:Max Cardoso Langer
Beneficiário:Gabriel Mestriner da Silva
Supervisor no Exterior: Sterling Nesbitt
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa: Virginia Polytechnic Institute and State University, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:18/24031-6 - Sistemática de novos espécimes de Dinosauriformes do Triássico Superior (Carniano) do Cerro da Alemoa, Formação Santa Maria-RS e sua importância para evolução e paleobiologia dos primeiros dinossauros, BP.MS
Assunto(s):Filogenia   Sistemática   Dinossauros   Triássico

Resumo

As relações filogenéticas de Silesauridae dentre os Dinosauriformes permanecem controvérsias. Apesar de frequentemente recuperados como grupo-irmão de Dinosauria, algumas topologias recuperam o clado como pertencente a linhagem Ornitischia. Análises osteo-histológicas de dinossauros vêm contribuindo para uma melhor compreensão sobre o significado evolutivo e filogenético dos tecidos de fixação dentária dos primeiros dinossauros. Fixação dentária corresponde ao tipo de ligação envolvendo o contato entre os dentes e o osso adjacente (maxila ou mandíbula), se distinguindo por dentes que são fusionados diretamente ao osso (anquilose), e dentes que são ancorados por ligamentos periodontais (gonfose). Apesar de plesiomórfico para amniota, a condição tecodonte verdadeira (presença de gonfose) dentre os grupos viventes é encontrada apenas em mamíferos e crocodilos. Para silessaurídeos, esse padrão tecodonte se difere, sendo descritos na literatura como anquilotecodontes. Essa característica, apesar de recuperada como sinapomórfica para o grupo, nunca foi de fato verificada sob seções histológicas. A análise histológica de mandíbulas de silessaurídeos, contendo dentes, proposta neste plano de trabalho, providenciará informações sobre o verdadeiro tipo de fixação dentária em Silesauridae, além de fornecer dados acerca das propriedades histológicas dos tecidos associados. Ademais, o plano de trabalho contempla materiais pós-cranianos, que incluem vértebras, costelas, dois ílios direitos, cinco fêmures, duas tíbias esquerdas, uma fíbula esquerda e elementos pedais. Estes espécimes contribuirão para clarificar o posicionamento de Silesauridae dentre os Dinosauriformes, adicionando novas informações anatômicas e reportando a primeira ocorrência de silessaurídeos para o Carniano do Brasil. (AU)

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