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Impactos do tipo de manejo de plantas espontâneas nos microrganismos do solo em plantio de restauração florestal

Processo: 19/03077-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2019
Vigência (Término): 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Patrícia Andrea Monquero
Beneficiário:Fernando Martins Parré
Instituição-sede: Centro de Ciências Agrárias (CCA). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Araras , SP, Brasil
Assunto(s):Agrotóxicos   Micro-organismos   Fragmentos florestais   Restauração florestal   Controle de sistemas mecânicos   Controle químico

Resumo

O estudo procura analisar o impacto dos agrotóxicos nas comunidades de microrganismos do solo e da serapilheira, fundamentais para a ciclagem de nutrientes, uma das funções ecossistêmica chave para os processos de restauração dos ecossistemas, em plantios de restauração florestal. O estudo será realizado em uma área experimental com plantio de restauração, com 20 espécies arbóreas, em espaçamento de 2,0 m x 3,0 m em um fragmento florestal, localizados na UFSCar - Centro de Ciências Agrárias - CCA - em Araras, SP. Esta área implantada em 2016 está dividida em dois tratamentos de plantas espontâneas: com controle mecânico de plantas daninhas (roçadeira) e área com controle químico de plantas daninhas (com uso periódico de glyphosate e clethodim). Para análise da atividade e quantidade dos microrganismos presentes no solo serão realizadas as análises da respiração basal do solo e de biomassa microbiana total. Será quantificada a diversidade dos micro-organismos do solo através de PCR em tempo real (Qpcr). Por meio da análise de variância, com os dados dos indicadores, será verificado se há diferença entre os tratamentos das áreas submetidas e não submetidas ao controle químico ou mecânico de plantas espontâneas. Também serão coletadas, ao longo dos 8 meses, 20 bolsas contendo serapilheira local em cada tratamento, para que seja possível calcular a taxa de decomposição da serapilheira. Serão coletadas em um fragmento florestal, ao longo dos 8 meses, 18 amostras de solo e 5 de serapilheira para que seja possível comprar os resultados obtidos os plantios de restauração com um fragmento florestal. Esperamos que nas áreas com controle mecânico de plantas espontâneas deva haver maior taxa de decomposição, maior atividade, biomassa e diversidade de microrganismos no solo em comparação com as áreas que receberem tratamento químico, sendo que as áreas que sofreram manejo mecânico apresentarão dados mais próximos à área de fragmento. Assim, compreenderemos o funcionamento e progresso do sistema de restauração florestal em médio prazo e possíveis consequências indiretas oriundas do controle de gramíneas invasoras.