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Queratinócitos de pele humana expostos às séries de irradiações à luz azul: danos no DNA nuclear e instabilidade genômica

Processo: 19/03818-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2019
Vigência (Término): 30 de abril de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica
Pesquisador responsável:Mauricio da Silva Baptista
Beneficiário:Bruna de Oliveira Andrade
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07937-8 - Redoxoma, AP.CEPID
Assunto(s):Fotobiologia   Dano ao DNA

Resumo

Diariamente a pele, a qual constitui a principal barreira física contra agentes ambientais, biológicos e evitando também a desidratação, está exposta à radiação solar provocando modificações celulares. Isso ocorre devido a fotossensibilização, um processo pelo qual a molécula excitada transfere sua energia de excitação para uma molécula vizinha, retornando ao seu estado fundamental. Esta molécula que absorve a luz e transfere sua energia para outras moléculas é chamada de fotossensibilizador, podendo ser endógenos ou exógenos e reagindo com outras moléculas do seu entorno, através de dois tipos principais de mecanismos: tipo I e tipo II. A luz visível é uma das radiações existentes no espectro solar que promove este tipo reação e apesar de possuir breve conhecimento na literatura, ela compreende 43% de toda energia da radiação solar que chega à superfície terrestre e possui alto poder de penetração na pele humana. Existem diversos tipos de alterações celulares que podem ocorrer através da reação de fotossensibilização, entretanto o enfoque deste projeto será a formação de possíveis danos ao DNA, os quais correspondem às alterações químicas e físicas na estrutura do DNA, como oxidação de bases, quebras de fita, e ligações covalentes entre bases adjacentes, resultando em instabilidade genômica, comprometendo os processos de replicação e transcrição, que se não reparados levando à mutações. Para isso, será possível identificar possíveis proteínas envolvidas na sinalização para reparo do DNA, as quais são responsáveis por evitarem problemas graves na sobrevivência celular, como por exemplo a H2AX é um de exemplo fator chave no processo de reparo de quebra de dupla fita do DNA e a PARP-1 utilizada para reparo em quebra de fita simples do DNA.