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Comparação entre os mecanismos subjacentes aos efeitos da estimulação repetitiva periférica sobre o desempenho motor do membro superior nas fases subaguda e crônica após o acidente vascular cerebral

Processo: 19/07743-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de maio de 2019
Vigência (Término): 31 de outubro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Adriana Bastos Conforto
Beneficiário:Bruna Angela Armiliatto Sottili
Instituição-sede: Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEPAE). Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein (SBIBAE). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/03737-8 - Comparação entre os mecanismos subjacentes aos efeitos da estimulação repetitiva periférica sobre o desempenho motor do membro superior nas fases subaguda e crônica após o acidente vascular cerebral, AP.R
Assunto(s):Neurologia   Acidente vascular cerebral   Paresia   Reabilitação do acidente vascular cerebral   Neuromodulação

Resumo

A paresia do membro superior ocorre em 80-90% dos pacientes com acidente vascular cerebral (AVC). Seis meses após o AVC, dois terços dos sobreviventes não são capazes de realizar atividades de vida diária usando a mão parética e frequentemente não retornam ao trabalho. Embora nas últimas décadas várias intervenções tenham sido testadas, até o momento nenhum tratamento foi capaz de melhorar a função da mão nestes indivíduos. Estudos anteriores indicaram que a estimulação periférica repetitiva seja uma ferramenta promissora de neuromodulação para melhorar o desempenho da mão parética, assim como os efeitos do treino motor, em pacientes na fase crônica e na fase subaguda após o AVC. Contudo, há evidências de que estes efeitos sejam diferentes, de acordo com a fase após o AVC na qual este tipo de intervenção é aplicada. O objetivo primário do projeto é comparar os efeitos da estimulação repetitiva periférica na fase subaguda e na fase crônica em pacientes com acidente vascular cerebral. O (a) bolsista receberá treinamento e participará da avaliação dos desfechos de neuroimagem previstos no projeto de pesquisa para avaliação de mecanismos subjacentes aos efeitos da estimulação em diferentes fases pós-AVC. Também participará da análise dos dados, da apresentação dos resultados em congressos científicos e da confecção de artigos. Adicionalmente, receberá treinamento quanto à administração de estimulação repetitiva periférica e aplicará a estimulação quando mais de um paciente for incluídos simultaneamente no protocolo, ou quando o bolsista (1) estiver de férias. Quando este bolsista estiver de férias, a Dra. Adriana Conforto administrará as estimulações, sozinha.