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Envolvimento da sinalização de NFkB no acúmulo de células-tronco tumorais em linhagens celulares de tumores de cabeça e pescoço resistentes à quimioterapia

Processo: 19/05782-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2019
Vigência (Término): 30 de abril de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Luciana Oliveira de Almeida
Beneficiário:Letícia Rodrigues de Castro
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/11780-8 - Estudo de modificações epigenéticas associadas ao acúmulo de células-tronco do câncer em carcinoma de cabeça e pescoço: implicações na resistência à quimioterapia, AP.JP
Assunto(s):Epigênese genética   Cisplatino   Células-tronco neoplásicas   Quimiorresistência   NF-kappa B   Sobrevivência celular   Neoplasias de cabeça e pescoço

Resumo

NFkB é um fator de transcrição cuja via de sinalização está intimamente envolvida na resposta imunológica e inflamatória. NFkB e seus genes-alvo estão acumulados em diversos tumores hematológicos e sólidos, incluindo carcinoma de cabeça e pescoço. A ativação de NFkB promove sobrevivência celular e aumento do potencial proliferativo, inibe apoptose e ativa processos de invasão e formação de metástases. A atividade aumentada de NFkB, compatível com seu acúmulo nuclear também está associada com o desenvolvimento de resistência à cisplatina em tumores de cabeça e pescoço. A resistência às drogas antitumorais representa um importante problema para a eficiência da quimioterapia e a desregulação de várias vias de sinalização gênicas, como NFkB, controlam a resistência das células tumorais. Recentemente, a quimiorresistência tem sido associada à uma população específica de células tumorais com características semelhantes às células-tronco. As células-tronco do câncer estão frequentemente em um estado quiescente, que as previne contra o efeito da maioria dos tratamentos contra o câncer, os quais demonstram eficiência apenas sobre células em divisão. As células-tronco do câncer também possuem capacidade de auto-renovação e diferenciação, que levam à recidivas e formação de metástases após a quimioterapia. Assim, a caracterização de vias de sinalização envolvidas no processo de acúmulo da população de células-tronco do câncer frente à resistência ao tratamento podem contribuir para o desenvolvimento de novas intervenções terapêuticas que previnem a quimiorresistência. (AU)